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Quarta-feira, Novembro 17, 2004

Dia 26/11, FESTA!!!!!

Todos os simpáticos 3 leitores deste blog estão convidados!



design by Mecão





Sexta-feira, Novembro 05, 2004

Vendo o mapa das eleições norte-americanas, percebe-se logo de cara: Kerry venceu no Nordeste e na Costa Oeste, regiões constituídas de estados mais desenvolvidos e progressistas, ao passo que Bush venceu principalmente no Meio Oeste e no Sul, formados por estados mais retrógrados e conservadores.

O mais interessante, todavia, é perceber que, salvo uma ou outra exceção (Ohio entre elas), o mapa dos estados em que Bush venceu equivale praticamente aos Estados Confederados na Guerra de Secessão, ao passo que os estados onde Kerry venceu equivalem aos Estados da União, os chamados yankees.

Do jeito que os EUA mostraram-se dividos, não deixa de ser plausível vislumbrar um novo conflito entre o norte e o sul. Não um conflito bélico, evidentemente, mas sim um conflito ideológico e moral. Conflito este que, desde a própria Guerra de Secessão, sempre existiu, mas que volta a ficar explícito.

Para o bem dos EUA, naquela época a União venceu, fazendo com que o projeto industrialista do norte suprimisse os anseios dos latifundiários escravistas do sul. Hoje, porém, quase de 150 anos depois, o sul americano, com seus WASPs, rednecks, white trash e hillbillies, dá o troco.

Como consolo, temos que o Declínio do Império Americano aproxima-se de forma cada vez mais célere. Go Bush!





Quinta-feira, Outubro 14, 2004

"Deve-se a Karl Marx o formidável despertar dos idiotas. Descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da onipotência numérica. E, então, aquele sujeito que há 500 mil anos limitava-se a babar na própria gravata, passou a existir socialmente, economicamente, culturalmente..."

Nelson Rodrigues.





Segunda-feira, Julho 19, 2004

Muito legal este negócio de ser DJ. Não imaginava que fosse tanto. Especialmente porque talvez seja a única oportunidade que você tem de ir a uma festa em que o set-list é perfeito - ou quase - para o seu gosto (pudera, você mesmo quem o elaborou).  Poucas vezes dancei tanto na vida, ainda que naquela pequena cabine de DJ.
 
Como  sou inexperiente,  não achava que era um trabalho tão doloroso elaborar um set-list. Ainda mais para um DJ estreante e amadoréssimo como eu. Foi meio como escrever uma auto-biografia musical. Dificílimo e personalíssimo. 
 
Tantas músicas que você quer tocar, para tão pouco tempo de discotecagem...por ser neófito, não arrisquei levar os CDs para decidir, na hora, o que tocar. Já fui com a lista pré-elaborada.  E, para fazê-la, foi literalmente um parto. Num levantamento prévio, e colocando apenas músicas que eu tinha bastante familiaridade, saíram umas 200 músicas, pelo menos, que eu gostaria muito de tocar. E aí tem que ir cortando, cortanto, cortando....
 
Além disso, para evitar que a pista fique às moscas e a festa flopeie, você tem que levar em conta não somente as músicas que você gosta, mas também as que você acha que as pessoas vão gostar. E, não obstante, é preciso fazer uma seqüência em que não haja pulos muito abruptos entre estilos musicais, entre uma faixa e outra. Então, depois de muito pensar, adicionar e cortar, chega-se à lista final, que você, por ser novato, não faz idéia se ficou boa ou não, pois nunca testou na pista. E sem contar que ainda incluí 2 músicas pedido do amigo French, excelentes, por sinal (ele tinha pedido 5 músicas, mas sorry, French, não deu mesmo!).  

Assim, outra coisa que descobri é o quão irritante são pessoas que ficam indo na cabine pedir para o DJ  músicas nada a ver, no meio do set-list elaborado com tanto trabalho e carinho (salvo quando a sugestão é muito boa). Mas enfim, como o "bom" é relativo, nunca mais farei isso com nenhum DJ.
 
O que responder para um cara que me perguntou se eu podia tocar alguma coisa da Whitney Houston enquanto estava tocando "Helter Skelter"????? Ou da mocinha que pediu alguma "música gay animada" enquanto eu tocava The Clash???? 
 
Espero não ter soado muito grosseiro quando respondi um sonoro "nem fodendo!" a ambos. 
 
Como bem disse a Gabi, DJ não é Juke Box. Está mais para chapelaria, visto a quantidade de pessoas que te pedem para guardar coisas na cabine.
 
Mais enfim, agradeço muito ao Bah, que me ensinou o beabá do funcionamento das pick-ups, e que foi extremamente gentil a ponto de me deixar tocar boa parte da festa. E agradeço muito aos amigos que compareceram e dançaram meu set-list animadamente, gostando ou não daquilo que rolava. 
 
Valeu muito, pessoas!
 
E, para terminar, segue o tal set-list que toquei:
 

Tema de abertura da série "Armação Ilimitada".
Seven Nation Army - White Stripes 
Buddyholy - Weezers
Feel Good Hit of the Summer - Queens of the Stone Age
Common People - Pulp
Gigantic - Pixies
Flower - Moby
Fun With Me - Portishead & Moloko
The Specialist, Future Cut - DJ Marky
Unbelievable - EMF
Groove is in the Heart - Dee-Lite
Bizarre Love Triangle - New Order
Tainted Love - Soft Cell
Cars - Gary Numan
Charming Man - The Smiths
Love Will Tear Us Apart - Joy Division
I Fought the Law - The Clash
Helter Skelter - Beatles
Paint it Black - Rolling Stones
You Really Got Me - Kinks
The Man Who Sold the World - David Bowie
Ticket to Ride - Beatles
Let´s Get it On - Marvin Gaye
We Can Work it Out - na versão do Steve Wonder
Oye Como Va - Santana
Deeper Shade of Soul - Urban Dance Squad
Blood, Sugar, Sex, Magic - Red Hot Chili Peppers
Daddy Don´t - Emir Kusturika and the Non Smoking Band
Alma não tem Cor - Karnak
Maracatu Atômico - Chico Science
Rational Culture - Tim Maia
O Telefone Tocou Novamente - Jorge Ben
Zazueira - Wilson Simonal
Quando - Roberto Carlos
Minha Menina - Mutantes
Take it Easy my Brother Charles - Jorge Ben
Vai Passar - Chico Buarque
O Sol Nascerá - Cartola
New York, New York - Frank Sinatra
Tema de abertura do Esporte Espetacular
Oh, Yeah! - Yello










Segunda-feira, Julho 12, 2004

FESTA

Todos convocados. Outra igual, só daqui a 20 anos. Quem não for, é a mulher do padre.




agradecimentos ao Mecão pelo flyer.





Domingo, Julho 04, 2004

Há alguns anos, quando ainda era advogado, trabalhava num escritório cujo o banheiro tinha uma placa metálica, até bonita, com os dizeres, em letras garrafais: "FAVOR NÃO URINAR NO CHÃO".

Sempre que entrava e lia aquilo, pensava: "Cazzo, se um cliente entra e vê isso, que tipo de gente ele vai achar que trabalha aqui?".

A resposta me parecia óbvia. É claro que o sujeito iria pensar: "Se esses caras não são capazes nem de mijar dentro da privada, como vão conseguir fazer um trabalho decente?"

Ou seja, é evidente que uma placa como aquela, colocada no banheiro de uso comum dos funcionários (diga-se de passagem, praticamente todos com nível superior), além de humilhante, era extremamente queima-filme. E os chefões, talvez por estarem alheios, utilizando suas nobres porcelanas e toalhas asseadas, talvez por pura cretinice, nem se tocavam daquilo. E placa ficava lá, reduzindo todos a meros incontinentes sem mira.

Um dia, fiquei de saco cheio de ver aquela placa, que afrontava a minha condição de ser humano civilizado. Deste modo, imbuído de espírito revolucionário, tal qual um Zapata das latrinas, um Che Guevara do mictório, resolvi tomar uma atitude. Fui num destes lugares que confeccionam placas e pedi para fazerem uma placa metálica idêntica àquela do banheiro, com o mesmo tamanho e formatação. Entretanto, ao invés dos dizeres da outra, a placa que mandei fazer, com as mesmas letras garrafais, dizia: "FAVOR RETIRAR O PÊNIS DA CUECA ANTES DE COMEÇAR A URINAR".

O cara da loja estranhou, e custou uma certa grana, mas valeu a pena.

Neste mesmo dia, aproveitei o fato de ser o último a sair, e quando já não havia mais ninguém no escritório, troquei as placas.

Dia seguinte, para minha alegria, foi aquela confusão. Os primeiros que iam ao banheiro (tem sempre aqueles que, antes de começar o expediente, vão dar aquela aliviada), saiam gargalhando, e começaram a contar pro resto do pessoal. Em certa altura, a história correu e já estavam praticamente fazendo fila para ver a nova placa. Eis que, atento ao rebuliço, um daqueles malas da administração, que sempre aproveitam qualquer oportunidade para puxar o saco do chefe, resolveu contar a história para um dos big bosses.

Momentos de tensão. Todos voltaram às suas respectivas salas e baias, permanecendo à espreita, para ver o que aconteceria. Eis que, de repente, até mesmo o déspota todo-poderoso, dono do escritório, levantou de seu trono e foi, em pessoa, até o outro trono, bem menos nobre, conferir, com seus próprios olhos, o motivo da celeuma. Incrível como quanto menor mentalidade, maior proporções toma um problema banal.

Cerca de meia hora depois, saiu uma circular furiosa e ao mesmo tempo hilária (pena que não guardei uma cópia) dizendo, entre outras coisas, aquela lenga-lenga de que aquilo não era uma atitude digna de um profissional sério, que era um desrespeito com a empresa e os demais colegas, que seria aberta uma sindicância (!) para apurar fatos e descobrir os responsáveis, que os mesmos seriam exemplarmente punidos etc...

Como eu tinha certeza que ia dar rolo, evidentemente tomei todas as precauções, e não deixei nenhuma pista de que eu tinha sido o pai da criança. Portanto, depois de um certo tempo, não se achou um culpado, e a tal "sindicância" foi abandonada. E, até hoje, salvo por um ou outro amigo muito próximos, ninguém ficou sabendo da minha autoria.

De qualquer maneira, assim que retiraram a minha placa, não colocaram nenhuma outra no lugar. E, até onde sei, assim permanece. O que, para mim, é uma vitória.

Embora eu nem esteja mais no referido escritório, fico, ao menos, satisfeito em saber que, em algum momento, em algum lugar, contribui para que pessoas pudessem satisfazer suas necessidades fisiológicas primárias de forma mais digna.






Quarta-feira, Junho 23, 2004

Da série "Vale a Pena Ver de Novo":






Sexta-feira, Junho 18, 2004

Bebida (alcoólica, que fique claro) é parte fundamental da vida do ser humano. Mesmo na dos abstêmios. Todo mundo coleciona diversas histórias que, direta ou indiretamente, estão relacionadas à bebida, principalmente naquilo que diz respeito aos seus efeitos.

Talvez o momento que melhor marque a passagem da adolescência para maturidade seja o momento em que você passa a conhecer, pelo nome, mais barmans do que bedéis escolares.

E nada como um bom barman. Há raríssimos bons, por sinal. Dos que sabem misturar um manhattan, fatiar um limão para uma caipirinha, resfriar o copo para um dry martini. E, claro, dos que sabem tirar um bom chopp.

Tirar um chopp, por sinal, é um dom para poucos. Oito anos de curso intensivo em Harvard não fazem um bom tirador de chopp. É preciso nascer com a mão moldada para regular a pressão e controlar o fluxo de vazão da chopeira.

Tenho Joaquim, barman do Bar Léo, que tira o melhor chopp do país, como um Pelé em avental branco. Dizem que o passe dele vale mais do que o próprio Bar Léo. Não duvido.

O fato é que poucas coisas se assemelham a um bom colarinho branco, espesso e cremoso, montado sobre um líquido gélido e dourado.

E colarinho, que fique claro, é fundamental. Cerca de três dedos. Mantém a pressão e temperatura, além de consistir no mingau dos boêmios. Já vi gente ser enxotada do Léo por insistir em pedir chopp sem colarinho. Vibrei. Que mandem os hereges à fogueira.

Mesmo para a moribunda cerveja engarrafada, colarinho é essencial. Aliás, a lógica do colarinho de garrafa é deveras interessante. Não importa o tamanho, altura a espessura do copo: um bom bebedor sempre saberá como despejar a garrafa cerveja até que o colarinho suba milimetricamente à beira do copo, até o limite final, porém sem molhar a mesa.

Mas isso requer prática. Anos de bebedeira. A mão acostuma.

Os iniciantes, porém, por mais que tentem, sempre derramam cerveja no balcão. Para eles, dica de um amigo etílico: primeiro derrame a cerveja de supetão, até obter um colarinho da altura desejada. Em seguida, despeje o líquido vagarosamente, fazendo o colarinho subir até a borda do copo, ao ponto de o mesmo estar totalmente preenchido. Eis um copo no ponto certo de abate.

Parafraseando Pasteur: há mais filosofia num bom copo de chopp do que em todos os livros...





Terça-feira, Junho 08, 2004

SESSÃO TENNIS FOR DUMMIES

Episódio de hoje: "A Passada"


No tênis, o segredo de uma boa passada é, acima de tudo, a calma. Como o adversário está junto à rede, a bola não precisa ir muito profunda, e a força da batida deve ser o suficiente apenas para que o oponente não tenha tempo de chegar na bola. Assim, basta concentrar e executar um bom golpe, em que o bola passe com uma altura segura com relação a rede e não vá muito profunda.

Entretanto, caso o adversário esteja fechando bem a rede, não deixando ângulo suficiente para uma passada segura, a melhor opção é abaixar a bola e mandá-la no pé do oponente, junto ao seu corpo. Neste caso, o adversário será obrigado a fazer um voleio baixo ou um bate-pronto, o que geralemnte resulta numa devolução flutuante, que permite matar o ponto na jogada seguinte.

Caso, porém, o oponente esteja muito próximo à rede, fazendo com que seja difícil mandar a bola em seu pé, a melhor opção é, sem dúvida, o lobby, que deve passar alto junto à rede (para que o cara não devolva um smach) e com profundidade, para o adversário não alcançar a bola na corrida. Se possível, é desejável também colocar algum top spin, que, embora dificulte a execução do golpe, faz com que a bola corra, dificultando ainda mais que o adversário a alcance.

Uma terceira opção à passada, embora arriscada, é bater forte na bola, na direção ao corpo do oponente, mirando seu tórax. Neste caso, busca-se dificultar o voleio, fazendo com o adversário erre a devolução ou voleie de forma deficiente, permitindo assim que o ponto seja finalizado na seqüência da jogada.

Por hoje é só, pessoal. Na próxima aula, o tio Luis vai ensinar o segredo de um bom saque. Enquanto isso, aproveitem a vida, pratiquem esporte, comam seus cereais de manhã e consultem sempre um advogado.





Segunda-feira, Junho 07, 2004

SESSÃO PLÁGIO

O Nasi e o Bah fizeram uma listinha que eu achei bacana pra dedéu, então fiquei com inveja e resolvi copiar, fazendo a minha também. Eis, portanto, as minha escolhas:


Trilha sonora do fim do mundo:
Qualquer disco do Guilherme Arantes

Melhor música pagã:
Deus - Sugar Cubes

Coisa que gosto muito, mas me envergonho:
Mamonas Assassinas

Pior música com nome de mina:
Dinorah, Dinorah, do Ivan Lins

Pior versão em português:
"Veste o Uniforme", versão para "Born to be Alive", do Patrick Hernandez.

O melhor "ótimo artista com banda e o pior em carreira solo":
Jairzinho, após sair do Balão Mágico.

Banda mais nada a ver da história:
Ronaldo e os Impedidos

Música pra mandar:
Men´s World - James Brown

One hit band mais nada a Ver:
Crucified - Army of Lovers

Banda que eu gostaria de ter tocado ou só ter sido roadie:
Led Zeppelin

Mina do rock que eu mais queria comer há uns 10 anos:
A baixista do Nashville Pussy

Mina do rock que eu queria guardar no armário e todo dia abrir e dizer "bom dia" e ela sorrir de volta pra mim:
Debbie Gibbons

Cara de banda que eu gostaria de chutar e dar porrada até o bicho inchar:
Rogério Flausino

Cara de banda que eu gostaria de chamar de mano e tomar uma breja:
Frank Zappa





Quarta-feira, Junho 02, 2004

Apesar de, como bem colocou o Nishi, ninguém ler posts com letra de música (e de, com o passar do tempo, quase ninguém mais ler este blog), ainda assim vamos continuar com a série "Grandes Músicas do Cancioneiro Popular Brasileiro". Com vocês, "Coração de Luto", do Teixeirinha, um clássico que, devido à letra, ficou popularmente conhecido como "Churrasquinho de Mãe".


Coração de Luto
Teixeirinha

O maior golpe do mundo
Que eu tive na minha vida
Foi quando com nove anos
Perdi minha mãe querida
Morreu queimada no fogo
Morte triste e dolorida
Que fez a minha mãezinha
Dar o adeus da despedida

Vinha vindo da escola
Quando de longe avistei
O rancho que nós morava
Cheio de gente encontrei
Antes que alguém me dissesse
Eu logo imaginei
Que o caso era de morte
Da mãezinha que eu amei

Segui num carro de boi
Aquele preto caixão
Ao lado eu ia chorando
A triste separação
Ao chegar no campo santo
Foi maior a exclamação
Taparam com terra fria
Minha mãe do coração

Dali eu saí chorando
Por mão de estranho levado
Mas não levou nem dois meses
No mundo fui atirado
Com a morte da minha mãe
Fiquei desorientado
Com nove anos apenas
Por esse mundo jogado

Passei fome, passei frio
Por esse mundo perdido
Quando mamãe era viva
Me disse filho querido
Pra não roubar, não matar
Não ferir sem ser ferido
Descansa em paz minha mãe
Eu cumprirei seu pedido

O que me resta na mente
Minha mãezinha é teu vulto
Recebas uma oração
Deste teu filho que é teu fruto
Que dentro do peito traz
O seu sentimento oculto
Desde nove anos tenho
O meu coração de luto.





Quinta-feira, Maio 27, 2004

E o amigo das antigas Marcos RS , cansado de perambular de bar em bar, sem encontrar, resolveu abrir o seu próprio estabelecimento. E, em sendo o cara um grande especialista etílico, o lugar só pode ser coisa boa. Muito em breve, estaremos lá apreciando o chopp bem tirado, os espetinhos e as cachaças mineiras!

Sucesso, Marcão!






Segunda-feira, Maio 24, 2004

Impressionante este lance da velocidade do mundo virtual e tal.

Ontem, em nome da tradição, fui ao Filial com o Mecão, e ele me perguntou por quê eu não me conectava à comunidade virtual Orkut. Leigo, respondi que jamais tinha ouvido falar de tal rede.

Hoje, o Américo me mandou um convite por e-mail e, como não tivesse nada melhor para fazer, resolvi me inscrever no tal site. Ao entrar lá, descobri que vários amigos e conhecidos, inclusive gente que não via há anos, já estavam inscritos na bagaça. Até o mesmo Paulo Talarico!

Incrível.





Quinta-feira, Maio 20, 2004

Da série "Grandes Músicais do Cancioneiro Popular Brasileiro":


Rei do Gado

Num bar de Ribeirão Preto
Eu vi com meus olhos esta passagem
Quando champanha corria a rodo
Nas altas rodas da grã-finagem

E logo chegou um peão
Trazendo na testa o pó da viagem
Pediu uma pinga para o garçom
Que era pra rebater a friagem

Levantou o almofadinha
E falou pro dono não tenho fé
Quando um caboclo que não se enxerga
Num lugar desses vem por os pés

O senhor que é o dono da casa
Não deixe entrar um homem qualquer
Principalmente nessa ocasião
Que está presente o Rei do Café

Foi uma salva de palmas
Gritaram viva pro fazendeiro
Que tem bilhões de pés de café
Por este rico chão brasileiro

O seu nome é conhecido
Lá no mercado do estrangeiro
Portanto veja que este ambiente
Não é pra qualquer tipo rampeiro

Com um modo muito cortês
Respondeu o peão pra rapaziada
Esta riqueza não me assusta
Topo em aposta qualquer parada

Cada pé do seu café
eu amarro um boi da minha boiada
Pra vocês tudo eu garanto
que ainda sobra um boi na invernada

Foi um silêncio profundo
O peão deixou o povo mais pasmado
Pagando a pinga com mil cruzeiros
Disse ao garçom pra guardar o trocado

Quem quiser saber meu nome
que não se faça de arrogado
É só chegar lá em Andradina
E perguntar pelo Rei do Gado






Quarta-feira, Maio 19, 2004



In Memoriam
Elvin Jones
1927-2004





Quinta-feira, Maio 13, 2004

O Mundo é um Moinho

Angenor de Oliveira

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
E em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés





Quarta-feira, Maio 05, 2004

Previsão do tempo de Curitiba, para o próximo fim-de-semana: 10ºC.

Tesão!





Domingo, Abril 18, 2004

Este post é em solidariedade a algumas pessoas que conheço que, ao acharem que os ingressos para o show dos Pixies estavam esgotados, chegaram a desembolsar até R$ 600 (acreditem ou não) num único ingresso com cambistas, sem jamais imaginar que, dias depois, a organização do evento trocaria o local do show e voltaria a colocar os mesmos ingressos a venda por "meros" R$ 100.




Terça-feira, Abril 13, 2004

Por onde anda o Daniel Azulay?




Segunda-feira, Abril 05, 2004

E este blog sai do limbo para parabenizar os Veríssimos pela excelente festa ocorrida ontem, domingão, num simpático lava-rápido nos confins de São Bernardo do Campo.

Foi dos mais bizarros - e, portanto, melhores - eventos do ano, sendo inclusive coroado com a eliminação do verdinho da campeonato paulista, com direito a corrente pra frente e tudo mais. Memorável.

Carne, truco, cigarro de palha e bebedeira. Nada como começar a semana com chave de ouro. Mesmo o fato de ter que trocar pneu as 21h na Anchieta, debaixo de chuva, não comprometeu o dia.

Parabéns, caras!






Segunda-feira, Março 01, 2004

Embora este blog esteja morto, ainda há leitores fiéis que insistem em velar seu cadáver. Assim sendo, e atendo aos pedidos da jovem leitora Marta, republicaremos um dos hits deste blog, qual seja, o relato de uma das melhores noites de todos os tempos, que eu e o intrépido Nishizaki tivemos o prazer de vivenciar - o show da Rosana no Café Teatro Uranus, no ano retrasado!!! Invejem.


A DEUSA DA NOITE

Há noites que não podem passar batidas. Semana passada, vivi uma delas, traduzida num turbilhão trash-cult insuperável. Mesmo com anos de experiência nas costas, poucas vezes me senti tão trasher, poucas vezes me senti tão hype.

Explico. Quinta-feira, o dia estava morno, e a noite chegava plácida, quase tediosa. Eis que recebo uma ligação da cara amiga Marina Caruso, sempre antenada, com uma notícia bombástica:

“Luís, lembra da Rosana, aquela do “Como uma Deusa?”

“Sim, sou um trasher, claro que lembro!”

“Pois então, hoje haverá um show dela no Café Teatro Uranus!”

Longa pausa silenciosa para assimilar a notícia .....

“Uau!”

Sim, ela mesma, Rosana, dona daquele cabelão com franjinha, daquela voz metálico-anasalada e daquele repertório romântico-brega. Ela, em pessoa, desaparecida desde a época em que brilhava nas trilhas sonoras das novelas das oito, no Cassino do Chacrinha, no Globo de Ouro. Rosana, ressurgida das cinzas, tal qual uma Fênix canora, daria o ar de sua graça em pleno Café Teatro Uranus, sob o nosso testemunho.

E lá fomos nós - Eu, meu fiel escudeiro trasher Nishi, minha amiga e cantora de escada predileta Bel, a onipresente Marina Caruso, a até então desconhecida Lelê, entre outros agraciados pela sorte.

Chegando ao Café Teatro Uranus (para quem não conhece, trata-se de um inusitado cabaré cult perto do Minhocão, ou seja, um lugar intrinsecamente apropriado para eventos bizarros), não tivemos dificuldades em estacionar o carro. O local estava deserto. Estranho. Seria verdadeiro o tal acontecimento? Haveria mesmo um show de Rosana naquele local ermo e longínquo?

Na recepção do lugar, entretanto, a dúvida se desfez: um grande cartaz, com a foto da diva em pose sexy, anunciava o espetáculo que estava por vir: “Rosana: Intimidade”. Sim, era verdade, era ela mesma, Rosana, quem esperava por nós. A imagem do cartaz, por sinal, provocou súbitos frêmitos neste que vos escreve:

“Nossa, olha só essa foto da Rosana! Que demais! Como será que ela continua tão gostosa depois de tanto tempo???”

“Photoshop, Luis, photoshop.......” – respondeu a cética e futura designer Bel, jogando um balde de água gelada na minha libido.

Entramos rápido, afoitos para pegar um bom lugar para assistir ao espetáculo. Ao entrarmos, surpresa. Não era necessário correr, nem sequer apertar o passo. Havia no recinto, no máximo, umas 20 pessoas, das quais, posteriormente, viemos a descobrir que mais da metade era formada de parentes e amigos pessoais da Rosana....Bem, ok. Aliás, melhor. Show da Rosana particular, só para nós. O que mais poderíamos querer?

Demora, mistério, apreensão. O tempo passava e nada do show começar. E também nada de novas pessoas chegarem . Permanecíamos nós, 20 espectadores, neste momento já promovidos a 20 testemunhas, esperando o desenrolar da noite. Será que ela não vem? Seria um trote? Seria tudo ilusão? Um sonho? Oh, e agora?

Mas, antes que o desespero baixasse completamente, eis que a música ambiente pára, as luzem se apagam, as atenções se voltam ao palco. Um locutor anuncia sua presença, começa-se a ouvir sons de instrumentos musicais....Êxtase! Sim, lá vinha ela, Rosana, depois de tanto tempo, com sua banda de apoio, para arrebatar a noite!

Banda de apoio? Ué, o som já estava rolando e o palco permanecia vazio? Hum......cheiro de playback no ar. Antes que pudéssemos entender o que acontecia, ela, Rosana, em carne e osso (mais carne do que osso, por sinal), adentra o palco, cantando uma música péssima, que eu nunca ouvira antes. Vestido preto curto, que deixava ver sua calcinha em momentos mais extremos, cara esticada e siliconada, o mesmo cabelão, silhueta avantajada, pernas roliças e um traseiro do tamanho de um bonde (sim, photoshop).

E então, se fez o retrato da noite: cantora decadente, playback mal feito, música ruim, casa vazia, lugar bizarro......enfim: Genial!!!!!

Foi emocionante! Na verdade, ela não estava decadente. Ela era a própria decadência! Plena, absoluta, a decadência em pessoa, roliça e flácida, saltitando, ao som de um playback ruidoso, nossa frente! Foi um momento inesquecível. Urramos todos. Quem viveu, viu e ouviu. Jamais haverá momento igual.

Duas péssimas músicas playbackadas, ela pára e se dirige ao público. Começava o ritual de conquista. Ligeiramente constrangida, porém sempre carismática, disse que estava muito feliz de estar lá, com os (literalmente) amigos presentes. Disse que o show tinha sido planejado para momentos íntimos (por isso chamava-se “Intimidade”), e que era um show que ela tinha feito para cantar na sala de estar de sua casa. Por isso, declarou estar feliz de ter tão pouco gente presente (a-hã...).

Nisso, chamou Willian, seu assistente de palco chaveirinho, membro órfão de seu crew, o qual lhe trouxe um violão de 12 cordas. Pegou a viola, sentou num banquinho e seguiram-se músicas após músicas, umas conhecidas, outras nem tanto, umas próprias (como “Johnny Kid”, uma canção, segundo ela, em homenagem a um menininho - uau), outras de terceiros (Djavan, Vinícius, Sullivan & Massadas etc). Todas, porém, muito legais. Sério mesmo. A mulher estava mandando bem. Foi ao piano, e continuou mandando muito bem.

Nós, testemunhas, já arrebatados pela diva, vibrávamos e cantávamos, ajudados pelos garçons e barmen, que gritavam conosco, sabe-se lá se empolgados, sabe-se lá se para disfarçar o vazio da casa.

Pausa no momento acústico, volta o playbackão. E ela mandando um repertório bem variado. De “Got to be Real” a “What’s Going On”, de “Voulez Vous Couchez Avec Moi” a “À Francesa”.

Tudo ia bem, tudo parecia, na medida do possível, normal, quando veio, então, o ápice da noite. Estávamos entretidos, aguardando o que deveria ser apenas mais uma música, quando o inconfundível e nostálgico som de bongozinhos começou. Não havias dúvidas: como um furacão que nasce de uma brisa, o hit dos hits estava chegando.

Ocupamos, como pudemos, a extensa frente do palco, e embriagados de cerveja, vodka, música e trashice, entramos em transe, cantando em uníssono: “Como uma Deusa, você me mantém......”. E a Rosana, agora de fato transformada em deusa, pairava sobre palco, regendo a todos, e fazendo aquela célebre coreografia de mãos que há muito havíamos assistido no clipe do Fantástico. Genial, genial, genial!!!

A música acabou, Rosana saiu ovacionada do palco, mas nós, claro, não estávamos satisfeitos. Continuamos a entoar a música tema de Édipo e Jocasta, em capela. Nisso, ela volta ao palco e, também em capela, nos acompanha na cantoria. Que momento!

Findo o show e, pedimos, claro, bis. O que não foi lá muito fácil, posto que éramos cerca de 8 pessoas gritando num lugar relativamente grande. Entretanto, nosso esforço valeu, e conseguimos trazer a diva de volta.

Sentou ao piano, cantou um Belchior (“Como Nossos Pais”), mais algumas músicas e sumiu novamente, absoluta.

Mais tarde, reapareceu, já entre as mesas. Fomos lá, em fila, numa verdadeira peregrinação, abraçá-la. E fomos recebidos de braços abertos, com uma simpatia ímpar. Nishi, inclusive, teve a honra de ser reconhecido pela deusa, que disse, feliz, ao vê-lo: “Ah, estou te reconhecendo, você vem sempre nos meus shows, não?”. A-há, Nishão, escondendo o jogo!

E quanto tudo parecia perfeito, já sem mais nada a acrescentar, outro fato genial ocorre. Recuperávamo-nos, num sofazão, do impacto da noite, quando um sujeito bizarro, sósia do Raul Seixas, vestido de moletom vermelho da Universidade de Michigan, começou, num mezanino próximo, a fazer uma performance no estilo go-go girl absolutamente hilária, das coisas mais engraçadas que já vi na vida.

E Nishão, velho de guerra, senhor de todos os segredos, príncipe nipônico das academias da Saúde, aproveitou a ocasião de deleite coletivo e não deixou por menos, atracando-se calorosamente com a jornalista hype mais próxima, numa performance de deixar Don Juan no chinelo, Casanova com cara de mico de circo. Nishão, para variar, mandando muito bem. Sobraram inclusive mordidas e dentadas para os incautos que ousassem passar por perto.

Bem, em suma, foi uma noite esplendorosa, dessas que ficarão incrustadas em nossa memória para todo o sempre. Mais uma noite antológica deste ano que, surpreendente e felizmente, está sendo repleto de noites fantásticas. Saravá!






Sexta-feira, Janeiro 02, 2004

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente.

Carlos Drummond de Andrade





Sábado, Dezembro 27, 2003

Sai o cabeção do topo do blog, e o blog entra em férias. Pelo menos até a segunda quinzena de Janeiro, Sr. Lauis e Sr. Voltz estarão praiando. Quiçá teremos mais futuras contribuições de Sr. Nishi. Sr. Frodo está também de férias e deprimido com o casamento de Sr. Sam. Sr. Anderson (aka Neo) acha que Agent Smith morreu. Mr. Cab driver won't stop to pick me up. Mr. Loverman, Shabba. Wait a minute Mr. Postman. Ei ei ei ei, Mr. Postman. Sr. Juiz... pare... agóóra!




Quarta-feira, Dezembro 03, 2003

A quem possa interessar....







Sábado, Novembro 29, 2003

"Bom de briga é aquele que cai fora"

Adoniran Barbosa





Terça-feira, Novembro 25, 2003

Gerbil in a Socket

do mestre: Joe Cartoon.





Sábado, Novembro 22, 2003

Tavares rúlis.







Quinta-feira, Novembro 13, 2003

A iniciação às drogas de todo ser-humano começa bem cedo, logo na mais tenra infâcia. Mais especificamente, no play-ground, a bordo de um brinquedo chamado "gira-gira".

Afinal de contas, qual o outro propósito daquela geringonça senão fazer a pessoa rodar, ficar tonta, ter barato, sentir ânsia de vômito, cair do chão e, ainda por cima, achar tudo isso divertidíssimo?





Segunda-feira, Novembro 10, 2003

Ditado proferido hoje pelo meu professor de tênis, o Armandinho (que é um GÊNIO ABSOLUTO, qualquer dia falo mais dele):

"Se tuto va bene, avante il pene
Se tuto mingua, avante la lingua
Se tuto va nulo, avante il culo
Pèro avante, sempre avante!"





Quarta-feira, Novembro 05, 2003

Vamos lá, todo mundo:


"Esta é a historia de Johnny Furacão
Um cara que bem cedo desejou ser campeão
Vivia alimentando esse desejo profundo
Pois Johnny sempre quis ser o maior do mundo
Juntou dinheiro
O ano inteiro
Johnny resolveu então comprar um carro
E se inscrever numa prova gigante
Essa é sua chance de se tornar importante
Então começa a treinar
E a se destacar
Afinal chegou o grande dia
Johnny nem cabia de tanta alegria
Está tudo pronto, não falta nada
Só a vitória e o beijo da namorada
A corrida acabou de começar
Johnny dispara em primeiro lugar
Johnny está na frente
Seu carro é diferente
Johnny vai ganhar
Pois não há como parar
Johnny está pensando no que vai dizer
Não pode aparecer chorando na TV
A corrida já está pra terminar
mas quando o carro quebra na curva principal
Johnny vai ao muro, o mundo viu o seu final
Johnny morreu...
Antes ele do que eu !!!"





Terça-feira, Novembro 04, 2003

Meus, melhor novidade impossível. O Bá, meu amigo há DEZENOVE ANOS (clap, clap, clap) e o Fu, figura fabulosa, começaram um blog!!!

Fantástico, fantástico. Tragam as sedas para rasgarmos!


Eufonia - não deixem de conferir!





Segunda-feira, Novembro 03, 2003

Êêêêêêêêêêêêêê!!!!! O Guia Sp voltou!




Terça-feira, Outubro 28, 2003

A Letu está internada e precisa de doadores de plaquetas e sangue. Alguns de vocês não conhecem a Letu, mas saibam que ela é uma pessoa muito bacana, e é bastante amiga minha, da Ana T, Américo e do Luis. Quem tiver em São Paulo querendo fazer uma boa ação, eis uma que vale a pena. O Banco de Sangue do Hospital 9 de Julho fica na r. Peixoto Gomide, 613 - subsolo. A doação é para LETÍCIA ZAVITOSKI MALAVOLTA.
Quem for de carro pode estacionar grátis no flat Blue Tree, na r. Peixoto Gomide, 707. Peçam para carimbar o tíquete ao saírem da doação.
Fiquei sabendo disso por um e-mail da Maroca, que foi visitar a Letu no Hospital ontem.





"Hoje, 28 de outubro, é dia do Funcionario Público. Parabéns a todos aqueles que tanto fazem para que o serviço público brasileiro seja um exemplo de eficiência."

Homenagem do Cabeça, a qual assino embaixo.





Sexta-feira, Outubro 24, 2003

O French levantou a bola, e a questão é boa: quais os bares/boates que você mais freqüentou ao logo da sua vida?

Certamente, bares, assim como discos, livros, filmes, viagens, roupas, namoradas, amigos, etc, são grandes documentos da história de uma pessoa, e a verificação da mudança de cada um deles na sua vida, ao longo do tempo, resume a sua existência.

Pessoalmente, acho que os bares/boates que mais freqüentei na vida foram:

1 - Filial
2 - Hakadaback
3 - Piratininga
4 - Loucos
6 - Nïas
7 - Lov.e
8 - Barbahala
9 - Jive
10 - Cachaçaria Paulista
11 - DJ´s Club
12 - Empanadas
13 - Pirajá
14 - Luar da Vila
15 - Hell´s Club





Quinta-feira, Outubro 23, 2003

Ohhh que bonitinho... vamos todos alimentar um inocente bebezinho faminto!




Segunda-feira, Outubro 20, 2003

Vocês já repararam que a música "House Nation", dos House Master Boyz, tem como refrão o verso "E é os Nishi"???




Quinta-feira, Outubro 16, 2003

Ok, ok....






Ok, Woltz, você venceu. Burrhus Frederic Skinner:






Homenagem ao Voltz:





 

eis o descrente:

metalinguagem
desembuche
icq 12729738

o passado:

arquivo descrente

pode crer:


Fabula Web
Fabula-Lounge
Dessas Coisas
Eufonia
Mercantilismo 2
Martini Diaries
Retinas
Milharal
Celacanto
Palatur
Just Lament HP
Catarro Verde
Mundo Perfeito
Bolsa Amarela
Verissimos
Miolo Mole

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