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Domingo, Setembro 29, 2002

 
E o Luis voltou. Enfim, o esperado retorno. Encerro aqui a minha participação como blog sitter, feliz por ter cumprido o meu papel. Nesse rápido mês eu falei de coisas bem variadas entre si, como rejuntes e passarinhas, Corinthians e cuspidas no monitor. Foi legal, mas volto a viajar somente nos comentários, a partir de agora. Não sei se os outros membros do Comando revolucionário 10 do 10 de 75 vão se manter aqui. Mas eu deixo este blog para o seu criador, mentor e inspirador. Seja bem-vindo de volta, Luis!

Ass: Nishi.

Sábado, Setembro 28, 2002

 
Que fim levou o Cavaleiro das Trevas 2? Comecei comprando nas bancas e nunca vi a parte final, o terceiro volume da série. Enfim, o que aconteceu? Por pior que seja, o pessoal das editoras podia, pelo menos, terminar de publicar a bagaça. Ficar incompleto é pior ainda.
 
Cinco peças de carne obrigatórias para serem degustadas em uma churrascaria-rodízio:

- Picanha (com alho ou sem)
- Maminha (na manteiga)
- Costela
- Costelinha de porco
- Fraldinha

 
Solito; Alfinete, Mauro, Daniel González e Vladimir; Paulinho, Sócrates e Zenon; Ataliba, Casagrande e Biro-Biro.

Ter tido a oportunidade de ver e torcer para esse time é que faz um meninote de 7 anos de idade se encantar com o futebol e tornar-se um profundo conhecedor da coisa. Isso faz parte de formação intelectual de qualquer indivíduo.

Em compensação, ver e torcer para

Gilmar; Benazzi, Luis Pereira, Polozi e Jaime Bôni; Rocha, Célio e Jorginho pé-frio; Barbosa, Aragonês e Baroninho,

transforma qualquer moleque em um recalcado, que odeia futebol. E aí ou assim se declara, para isentar-se da culpa, ou continua a torcer pra esse timeco verde, mas de uma forma totalmente depressiva e desiludida. Em 1982, um era o time da Democracia Corinthiana, que encantava o Brasil e o mundo. E o outro seguia sua trajetória de fazer sangrar o coração dos antigos palestrinos, que um dia viram um time de verdade - a Academia, mas naquela época tinham que aguentar aquilo. Agora, os moleques torcerem para aquilo? Nada justificava.

Sexta-feira, Setembro 27, 2002

 
LS Jack, Natiruts, KLB, Rouge, Jorge Vercilo, Kelly Moore, Catedral, Rinaldo & Liriel, Robinson, Alexandre Pires, Tribo de Jah, Belo...

Tudo isso aí faz sucesso e eu não tenho a menor idéia de quais músicas eles tocam. Provavelmente alguns deles eu já ouvi. Mas não faz a menor falta! E Isso porque eu nem falei dos internacionais... Nickelback, Creed, The Calling... ê gente, será que existe alguma esperança?

 
Ok, ok, vai parecer propaganda barata das Americanas, mas se eu fosse você não perdia:

- Bruce Springsteen - 18 tracks. Pode não ser o melhor dele, mas por esse preço...
- The Clash - Combat Rock. Disco essencial em qualquer CDteca com mais de 500 discos, e pelos mesmos R$ 9,99.
- Bob Dylan - Desire. Clássico absoluto.

Dentro da legalidade, tá baratinho, né? E vale a pena ter eles bonitinho, com encartezinho, caixinha etc. Preço justo.

 
Minha irmã está vagabundeando hoje em casa, não precisa ir trabalhar. Inveja. A vida pode ser muito ruim, às vezes.
 
Cebolas e alhos. A vida pode ser muito boa, ás vezes.
 
Saco, o treco de comentários não tá mais indicando quantos foram feitos. Como conserto essa piromba? Tem conserto?
 
Se um dia eu for cientista, vou querer inventar um creme ou alguma coisa que faça as unhas crescerem só quando a gente quer. É um saco cortar as unhas do pé.
 
Antes que eu me esqueça, também uma justa homenagem a Roberto Bataglia. Nos últimos dias todos falaram de Mauro e de Dida, ex-campeões mundiais de futebol, o primeiro em 1959 e 1962, quando foi o capitão, e o segundo em 1958, quando só perdeu a posição de titular para o Pelé. Só que não li nenhuma notícia sobre a morte de Roberto Bataglia, irmão do jornalista Vital Bataglia, ponta-direita do Corinthians no final da década de 50 e na década de 60 e que teve a dura missão de substituir o fabuloso Cláudio Christovam do Pinho na época da fila de títulos. O Bataglia se foi no dia 08 de setembro de 2002 e ultimamente andava brincando por aí com outros antigos jogadores em seleçõezinhas de masters, como técnico, auxiliar ou mesmo para fazer parte do espetáculo. O futebol está mais triste.
 
O rejunte

Olá pessoal, vocês sabem o que é um rejunte? Rejunte é aquele treco branco (que vai escurecendo com o tempo) que fica entre os azulejos, os pisos, no banheiro, na cozinha etc.

E então, por que esse treco se chama rejunte? Rejunte não signicaria que o breguete serve pra rejuntar algo? E pra rejuntar não é necessário que esteja separado? Pois bem, nos meus anos de prática como pedreiro, descobri que o rejunte é um treco que voce passa nos azulejos já afixados na parede para evitar infiltrações entre eles e fazer um acabamento, sei lá. Ele não serve pra rejuntar nada, os azulejos já estão juntos.

É a vida. Eu continuo não me conformando com esses nomes cretinos que dão ás coisas. Malditos pedreiros e suas impropriedades léxicas! E continuo postando coisas cretinas. Na verdade essa é das dúvidas mais pertinentes, Se vocês vissem cada asneira que penso...

 
Ei, por que é que quando a gente espirra no monitor (ou mesmo quando a gente cospe voluntariamente, sei lá...) as gotículas formam esses pontinhos coloridos engraçadinhos? Nada de explicações racionais, envolvendo refração dos raios de luz etc, por favor. Eu quero respostas criativas!
 
Conselho do dia, da Ana para mim (???): "Não poste tudo que vc recebe por e-mail ou que as pessoas te dizem, isso pode ser ruim para a sua saúde, muito ruim". Vc tem um cavalo?

Já o do Paulo é um pouco mais simples: "A cavalo emprestado não se entrega os dentes"

A questão é que a Ana ordenou que eu postasse esse do Paulo - que é bem ruinzinho, diga-se de passagem - logo depois daquele conselho dela. E agora? Paradoxo!!! E não, eu não tenho um cavalo. E a cabeça desse meu não-cavalo não irá amanhecer do meu lado na minha cama, Ana Corleone. Porque eu conto com a super-proteção do Super Américo amigo, dos meus G. I. Joe e do bonequinho Ninja Rambo negro do Xixa.

 
The Chicken Song

Its the time of year
Now that Spring is in the air
When those two wet gits with their girly curly hair
Make another song for moronic holidays
That nauseate-ate-ate
In a million different ways
From the shores of Spain
To the coast of Southern France
No matter where you hide
You just can't escape this dance.

Hold a chicken in the air
Stick a deckchair up your nose
Buy a jumbo jet
And then bury all your clothes
Paint your left knee green
And extract your wisdom teeth
Form a string quartet
And pretend your name is Keith

Skin yourself alive
Learn to speak Arapahoe
Climb inside a dog
And behead an eskimo
Eat a Renault Four with salami in your ears
Casserole your gran
Disembowel yourself with spears.

The disco is vibrating
The sound is loud and grating
Its truly nauseating
Let's do the dance again....

Hold a chicken in the air
Stick a deckchair up your nose
Yes you'll hear this song in the holiday discos
And there's no escape in the clubs or in the bars
You would hear this song if you holidayed in Mars.

Skin yourself alive
Learn to speak Arapahoe
Climb inside a dog
And behead an eskimo

Now you've heard it once
Your brain will spring a leak
And though you hate this song
You'll be humming it for weeks.

Hold a chicken in the air
Stick a deckchair up your nose
Buy a jumbo jet
And then bury all your clothes
La la la la la
La la la la la la la
La la la la la
La la la la la la laaaaaaa.

Quinta-feira, Setembro 26, 2002

 
Duro também tem sido aguentar a Vanessa, toda pimpona porque o seu Morfina apareceu em algumas publicações da Editora Érica e da Editora Europa... humpft. Bom mesmo é este blog aqui, que tem repercussão mundial. Dêem uma lida nos artigos sobre o Descrente na imprensa mundial aqui e aqui.
 
E ontem eu descobri que conheço uma pessoa que fazia cooper de salto alto ao redor da Torre Eiffel... oh God!
 
Conselho do dia: "Se vira e não enche"

Terça-feira, Setembro 24, 2002

 
O ITT

E o ITT, hein? Tenho até saudades dele. O ITT foi uma figura meio lendária, do Velho Centrão de São Paulo. Só mesmo o Centrão pra nos propiciar esse tipo de experiências! Passei os 5 anos da Faculdade tentando entender a do cara e até hoje não consegui.

O ITT é o nome pelo qual nós chamavamos o carinha que ficava ali na confluência da Rua Riachuelo com a Rua Quintino Bocaiúva, com acesso pela saída da direita do Viaduto Dona Paulina. Todo aquele pessoal que virava a direita pegava um trechino estreito de rua e logo caía ali numa opção: descer a Riachuelo, para pegar a 23 de maio e o acesso à Faculdade ou descer a Quintino para voltar para a Praça da Sé.

Carro por carro, fila indiana, vinham eles naquela viazinha estreita quando, de repente, davam de cara com a sisudez do Inacreditável Tiozinho do Trânsito (dai a sigla ITT). O carro que vinha por ali, lógico, acabava tendo que fazer uma opção nessa bifurcação. Assim que ele dava o sinal de que lado ia, seja pelo pisca-pisca, seja pelo movimento do volante do motorista, o ITT agia imediatamente. Como se fosse ele o autor do comando, indicava o caminho para o qual o carro deveria ir. Você, Uno, para a direita. O Santana? Esquerda! Kombi, direita! Esquerda, Fusca, esquerda, não demora!!!

Ele chegava lá na bifurcação cedinho e só ia embora quando o sol se punha. Afinal, como o trânsito fluiria sem ele ali, a indicar o caminho certo de cada carro? O trânsito de todo o Centro dependia de sua ação. E, dia-após-dia, infalivelmente, lá estava ele, dois passos dentro da rua, com sua touca puída, sua expressão séria e seus movimentos largos e firmes, que só a experiência podia lhe dar, a comandar todos aqueles coitados que não saberiam para onde ir se não fosse ele a indicar o rumo de suas vidas.

Até que um dia, já acostumado com aquele espetáculo ímpar, não o vi lá. E também no outro dia, e no outro, e nunca mais. Onde teria ido parar o Inacreditável Tiozinho do Trânsito? Sumiu. E pensei finalmente sobre o que passaria pela sua cabeça. Aquele senhor pobre, provavelmente morador de rua, descobrira em sua insanidade uma forma de conduzir o destino de muitos muito mais ricos e sãos... pena que ele se foi. Ele era realmente inacreditável.

 
Conselho do dia: "Dopem-se!"
 
Confissões etc

Eu já li em alguns blogs e eu mesmo tenho a opinião de que blogs confessionais são melhores para quem escreve do que pra quem lê. Tá, foi um jeito delicado de dizer que blogs estritamente confessionais são chatos. Oras, se você ainda conhece a pessoa, sei lá, ainda vale um pouco a pena saber como o seu amigo (ou mesmo o inimigo) está... pode ter um recadinho pra você e coisa e tal. Mas e se você não conhece? Que graça tem saber que um fulano que você nunca viu mais gordo tá com dor na alma? Eventualmente pode sair uma Clarice Lispector daí, mas convenhamos: é um em um milhão.

Enfim, blogs confessionais são chatos. Mas isso não impede que, de vez quando, as pessoas não possam confessar algo. É só não se tornar uma constante.

E eu venho a público justamente para escrever um post confessional. Notem a diferença: blog confessional = chato; post confessional = permitido. Ás vezes é até legal descobrir que aquele cara engraçadinho, sacana, inteligente, culto ou bobo tem sentimentos. Desmistifica, tira o peso e ajuda a vermos com outros olhos.

Aqui começa, então. Não me responsabilizo pelo seu conteúdo. Isso vem do coração e no coração deve ficar. O número de comentários deve ser baixo, porque num post desse não há muito o que comentar. Mas fiquem à vontade para se solidarizarem, aconselharem ou mesmo criticarem, desde que não magoem demais esse coraçãzinho confessado:

"Hoje acordei cinza. Meus olhos ainda não tinham aberto mas o meu coração já enxergava toda a realidade em volta. Por que acordar, por que lembrar que a vida existe? Eu ás vezes fico pensando se estou certo no meu agir ou não. Sinto que tenho 4 ou 5 respostas erradas e nunca, nunca uma certa. Jamais. E quanto pareço estar chegando perto de uma sombra de resposta certa, uma simples palavra derruba o meu castelo de cartas. Eu não passo de um baralho desarrumado.

Por que as coisas têm que ser assim? Na verdade nada aconteceu de errado. E nem de certo. Mas para mim, tudo é insatisfação. Se aconteceu, não deveria ter acontecido. Se não aconteceu, fico louco e não sei o que fazer para acontecer. Qual a hora certa? Qual o dia certo? Qual o momento certo? Eu não tenho uma resposta e todas as dúvidas do universo. Minha cabeça pesa e o coração sufoca, como se um elefante estivesse pisando em mim.

Eu não sei o que fazer. Eu não sei o que fazer? Sim, eu não sei o que fazer. Por que é sempre assim?"

Pronto. Aproveitem. Isso não vai acontecer muitas vezes por aqui. Chavões, frases sem sentido, alguma breguice e profunda confusão mental. Quem nunca se sentiu assim? E quem nunca quis viajar assim, escrevendo?

...

...

...

...

...

...

Ok, ok, só eu? Tudo bem, amanhã eu volto a escrever sobre o Delega Palhares ou outras coisas do tipo. Isso era só falta de assunto mesmo. Beijos.

Domingo, Setembro 22, 2002

 
Propaganda eleitoral gratuita

Eu voto nessa pizza como a melhor de São Paulo. Ô trem bão!!!


Sábado, Setembro 21, 2002

 
Conselho do dia by Paulo, apos meus recentes problemas entéricos com molhos verdes: "Nem tudo que tem clorofila é digerível"

Sexta-feira, Setembro 20, 2002

 
A despedida do Luis - Parte II - Versão da Ana!

Pois é. Aconteceu comigo. Fiquei procurando a câmara escondida quando ele disse "tráfico". Quando finalmente acordei, decidi pensar melhor na coisa: "hum...8 pessoas...tráfico...tráfico...8 pessoas...". É. Não fazia sentido nenhum mesmo, o síndico, coitado, é um velhinho um tanto quanto gagá, mal cheiroso e chato. Desses que não têm mais o que fazer na vida. A única explicação lógica é que ele se sente sozinho e queria ter sido convidado. Fiquei pensando em como deveria ter respondido se o meu cérebro tivesse estado um pouco menos cheio de sono (e não de álcool, como o Nishi sugeriu).
- "É seu João, é tráfico. Sobrou algum, quer alguma coisa?"
- "Não seu João, nada disso. Foi só uma suruba entre amigos."
- (variante do anterior) "Foi só um ritual de magia negra em que sacrificamos algumas virgens."
- (berrando) "SIM SEU JOÃO, TRÁ-FE-GO! TRÁ-FE-GO! QUE TRÁFEGO DE GENTE, NÃO?"

Mesmo sem encontrar sentido nenhum naquilo, era preciso tomar uma atitude. Sim, porque não vou deixar qualquer um, por mais que seja o síndico do prédio, interferir no número de pessoas que eu recebo e, muito menos, no que eu faço ou deixo de fazer com as pessoas, uma vez que estas estão reunidas na minha casa (a menos que haja algum tipo de monopólio do tráfico no prédio. Vc pode vender no varejo, mas não no atacado, sendo o atacado qualificado como mais de 8 pessoas ao mesmo tempo. Não faria o menor sentido e, além disso, eu não fui avisada dessa regra e tampouco vendo drogas).

Interfonei para o seu João e disse o que tinha que dizer. Que aquilo era um absurdo e que, se não tinha havido reclamação nenhuma de barulho, nem de nada, eu simplesmente não lhe dava o direito de se meter na minha vida. Disse que era advogada e que ele que tomasse cuidado, pois acusar alguém de crime indevidamente é crime (é algo assim). Depois de ter falado um monte, tive que me contentar com um "Vamos ver, Ana Cristina, vamos ver se melhora daqui pra frente."!!

Fiquei sabendo pela minha faxineira que ele ficou morrendo de medo e disse que falaria diretamente com o proprietário do apartamento se houvesse mais alguma coisa, porque eu era advogada!

Resumindo: estou animadíssima para a próxima festa, que promete mil aventuras envolvendo o complicado, poderoso, mal cheiroso e talvez viciado seu João.

Ass: Ana Cris

 
Você acredita que exista uma pessoa que:

- assista filmes húngaros de 8 horas?
- goste de uma banda pelo critério "tempo das músicas", já que essa da qual estamos falando tem músicas que só duram um minuto (Minutemen)?
- seja hipocondríaca?
- seja um protestante fundamentalista e, ao mesmo tempo, sionista?
- após morar um ano em outro país, tenha se esquecido parcialmente do português, sua língua natal, sendo incapaz de pedir um mero sorvete numa padaria de uma forma normal?
- já tenha sido perseguida por árabes comunistas e que, pra se defender, jogou o bloquinho de mensagens cristãs que distribuía na cabeça deles?
- tenha tido o hábido de roubar cardápios de bares, quando bêbado?
- que entra em lugares públicos aos brados, gritando que quer um croquete de carne?
- torça pro Palmeiras?
- acha graça na versão francesa do Juca Chaves?
- já tenha descido de um ônibus de viagem xingando freiras pelo simples fato delas serem freiras?
- só durma de cueca porque acredita que dormir sem cueca faz o saco crescer?
- tenha tido amigos invisíveis de outras nacionalidadesm, quando criança, só pra poder brincar de descobrir a capital do país desses amiguinhos?
- já tenha atropelado, a pé, um trio elétrico?
- enjoa andando de kart?
- seja capaz de conversar durante umas 18 horas sem parar?
- saiba fazer todas as perguntas do mundo para conseguir conversar durante essas 18 horas sem parar?

E isso porque eu escrevi de improviso, sem pensar muito em outras características bizarras... é, essa pessoa existe, gente! Lógico que eu aumentei um pouco a verdade, mas... licença poética, poxa!

 
A despedida do Luis

E a despedida do Luis, pouco antes de ir para a Itália e deixar esse blog sob a minha administração? Para variar, recheada de lances bizarros. Na verdade nem vou falar da festa em si, realizada na casa da Ana e que contou com a presença de ilustres amigos do cara. Mas sim do pós-festa, em história que bizarramente me foi relatada pela Ana há alguns dias.

A festa acabou por volta das 6 da manhã. Várias pessoas, muuuuuuuitos vinhos, cognac, whisky, cerveja, quiches, ruffles variados e steak tartares e conversas devidamente turbinadas pela ingestão de tanta coisa. Obviamente algum barulho nós fizemos, mas até aí nenhum problema, já que se trata de um prédio que fica em cima de um bar próximo a uma Universidade, ou seja, extremamente ruidoso por natureza!

Às 11 da madrugada, porém, toca o interfone da casa da Ana. A coitada levanta-se moribunda e ainda meio briaca e vivencia o seguinte diálogo:

_ Mham... merd... qum ser... saco... alô!!!
_ Dona Ana Cristina?
_ Grunf!
_ Eu estive escutando e ontem a senhora recebeu várias pessoas!
_ É...
_ Muitas pessoas mesmo!
_ Gnmufunhas... a-hã!
_ Mais de oito pessoas, não foi?
_ ?!
_ Isso é tráfico sabia?
_ GMNHAM-HAM????????
_ Trá-fi-co! Eu posso chamar a polícia! Mais de oito pessoas!!!
_ Uanmnhmm...? Quem tá falando?
_ É o seu João, o síndico.
_ Seu... uááááá... João, depois eu falo com o senhor (vai catar coquinho, puerra!)
_ Mas... eu posso te...
Clenk! Tu-tu-tu-tu-tu-tu...

Tráfico? Mais de 8 pessoas é tráfico? Alguém me explica isso, por favor? De onde tiraram esse síndico? Cada uma...

Quarta-feira, Setembro 18, 2002

 
A barriga

Barriga! Um mal que assola a sociedade moderna! Nessa minha recente porém intensa vida de blog-leitor, muito tenho visto sobre coisas inteligentes, sobre sentimentos profundos, sobre análises culturais, mas eu não me lembro de ter lido nada, absolutamente nada sobre a barriga, uma coisa tão presente e tão falada atualmente. Pois bem, chegou a hora! Se a gente fala tanto sobre barriga no dia-a-dia, porque não falar sobre a barriga aqui, nesse blog emprestado? É isso que eu vou fazer.

Aliás, ressalte-se que o verdadeiro dono desse blog, o verdadeiro Descrente entende razoavelmente bem do assunto, assim como eu. E tenho certeza que muitos dos leitores e amigos desses que aqui escrevem também entendem muito bem do assunto. Portanto, sintam-se á vontade, agucem os ouvidos e corrijam-me se quiserem. Afinal, conhecer de barriga é como ser torcedor da seleção brasileira. Todo mundo sabe mais que o técnico.

A barriga não é uma invenção moderna. Nãããão. Pelo contrário, existem registros pictográficos de 150.000 mil anos atrás que mostram alguns Homens de Neanderthal com uma bela protuberância abdominal. Naquela época comia-se muita porcaria. Não existiam diet shakes e dietas de proteínas, tampouco nutricionistas ou redutors de apetite. Por isso ouso dizer que também os Homens de Cro-Magnon também entendiam do riscado. Há uma tese de que os Homo sapiens sapiens acabaram predominando sobre estes justamente por gostarem mais de vegetais. Menos barrigudos e mais ágeis, começaram a vencer a batalha pelo carpaccio do dia-a-dia (não existia o churrasco, já que o fogo só foi domado algumas centenas de anos depois), que, com a saladinha de entrada, acabou se revelando uma dieta mais equilibrada e saudável, além de tirar a base da alimentação dos gordinhos de Neanderthal e Cro-magnon.

E assim foi seguindo a nossa civilização. Com os tempos, os hábitos foram se alterando e com eles a esqualidez dos homens. Sim, os homens dos primórdios da civilização eram todos magrinhos, como demonstram as pinturas e esculturas da época. Você já viu algum babilônio gordo? Algum assírio? Fenício? Não, porque eles, além de viverem menos, viviam em uma dieta mediterrânea, com muitas fibras e frutas. Porém os tempos foram mudando. Os reis todo-poderosos, refestelados em seus tronos e longe das batalhas, começaram a enbarrigar. E algumas das representações divinas também começaram a assumir essas proporções maiores. Nero, Baco, enfim, começaram a pipocar os exemplos de barrigas prósperas, o que levou a muitos quererem seguir o seu exemplo. Também os povos não-romanos e os bárbaros que invadiram Roma não eram exemplos de magreza. Os gauleses tinham Obelix, que criou os hábitos alimentares dos Francos, baseados em javalis. Os godos, ostrogodos e visigodos tinham nomes que sugeriam a gordura. A dieta mediterrânea começou a dar espaço para uma dieta mais pesada, anglo-germânica, cheia de calorias, batatas e fish and chips.

Nem vou me preocupar em descrever o avanço da barriga na Idade Média e Moderna. Apertemos a tecla F.F. (>>) deste blog e viajemos para os nossos tempos. E eu pergunto: por que a barriga incomoda tanto? Por que tanta gente odeia a barriga? Existem as opiniões médicas, contrárias á obesidade, existe a moda, que ditou as regras atuais de que magreza anoréxica é cool. Note como a sociedade é engraçada. Há cem anos, bonito era ser fofinho. Nada mórbido, mas uma gordurinha a mais sempre foi sinônimo de saúde. Que vó nunca elogiou o netinho gordo, falando que ele nascera com saúde? E então, o que mudou em cem anos? O padrão americano venceu?

Existem barrigas duras e barrigas moles. Grandes e inexistentes. Existem barrigas imaginárias - como as que enxergam no meu abdomem, por exemplo - e barrigas bem reais. Existem pessoas que acham que têm barriga, como a Ana Cris e pessoas que cultivam sua barriga com carinho e afeto. Porém a maior parte das pessoas quer perder a sua barriga. Veja aqui um exemplo de barriga:


Eu, de minha parte, estou quase feliz com a minha circunferência abdominal. Eu sei que nunca terei uma barriga de tanque de lavar roupa. E nem sei se quero, já que sei que a minha barriguinha macia é um conforto para as ousadas meninas que se arriscam a conhecê-la. Meu critério é um só: não perder as minhas roupas. Barriga para mim é economia. Mas e para os outros? E como resistir a hamburgueres, chocolates e açúcares? O homem criou a sua própria barriga, á luz e ao gosto de seu paladar. Agora se esforça para perder. Mas como fazê-lo, se as coisas gostosas engordam?

Terça-feira, Setembro 17, 2002

 
Post de macho machista - vol. 1

Lendo uma reportagem de uma revista semanal qualquer, me lembrei de uma teoria que eu inventei solitariamente há algum tempo atrás, naquele estágio pré-sono em que você, embora consciente, já está viajando na maionese. E não sei porque essa maldita idéia não me abandonou depois que eu virei gente de novo e acordei. É o seguinte: eu acho que qualquer homem que se pretenda macho e que tenha algum dote literário tem que escrever um romance, um conto ou uma crõnica policial uma vez na vida. Isso é abolutamente indispensável para aqueles machos com "m" maiúsculos e que sabem ou pretendem escrever qualquer coisa na vida. Obviamente eu estou excluindo os iletrados ou os toscos que não tem a menor intenção de escrever nada em nenhum momento da sua vida, exceto quando for minimamente indispensável. Mas qualquer macho pensante tem que escrever, um dia, um folhetim policial, um "giallo" como diriam os italianos.

Não sei em porque essa tese surgiu na minha cabeça. Como disse, era aquele estágio pré-sono. Não me peçam argumentos para justificar a minha posição. Eu simplesmente descobri que acho isso e ponto final. Oras, se as mulheres podem simplesmente "achar" as coisas - "Benzinho, eu acho que eu quero um ursinhoooo..." - porque nós, machos, não podemos fazê-lo uma vez na vida? E eu acho que macho que é Macho, tem que escrever um treco policial. Pode ser noir, pode ser simplesmente brutal, pode ser um trecho de gangsta rap, eu não estou pedindo boa literatura ou poesia. Peço simplesmente macheza!

É isso! E o meu personagem principal já tem nome: é o Delegado Palhares. Agora só falta ser macho o suficiente pra escrever uma merda qualquer e torná-la pública.

* p.s.: sem críticas ao machismo, por gentileza. Isso é um post de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Concentremo-nos nos contos policiais. Eventuais colaborações que possam ter alguma qualidade, favor consultar e enviar para o Sr. Américo, dono do Fábula-Lounge, site que publica coisas boas (ou não tão boas, como é o caso da história da passarinha apaixonada...).

Segunda-feira, Setembro 16, 2002

 
Houve uma discussão aqui em algum post passado, sobre o melhor disco da década de 90. Opiniões pertinentes se chocaram com comentários raivosos. Eu conseguia ver os olhos flamejantes das pessoas argumentando furiosamente em seus micros, na defesa de seus discos prediletos. Jornalistas especializados se digladiaram com adolescentes, mocinhas até outrora calmas e meigas mostraram suas garras afiadas defendendo com unhas e dentes o seu disco. E, no final das contas acabou dando, naquele post, um Radiohead. O Ok Computer ganhou com 4 votos a favor. 2 votaram no Nevermind. 1 apenas votou contra o Ok Computer. E houve um voto anulado, para o Ok Computer, porque casais não votam... Eu continuo gostando muito do Nevermind, embora nunca tenha pensado muito sobre isso. Mas de uma coisa tenho certeza. O Ok computer não desce!! Não desce!
 
Conselho do dia, by Paulo Pimpão Talarico, The Japper: "Pessoas: 'Quem acredita sempre alcança'".
Conselho do dia, by Ana Cris: "Não tome porre de vinho, nunca!"

Vocês escolhem qual seguir...

 
Isso (clique na palavra "isso") é um absurdo!

Domingo, Setembro 15, 2002

 
Recebi hoje nos meus e-mails "Elefante":

"Dia do Idoso Japonês

Na cultura oriental o idoso ganha um destaque importante, bem diferente do ocidente onde os mais velhos são desvalorizados e colocados à margem da sociedade produtiva. Os orientais vêem no idoso uma fonte de conhecimentos e tradições para serem transmitidas aos jovens. A cultura japonesa incentiva a participação do idoso nas atividades sociais familiares ou não. Não é sem motivo que a figura do 'velho sábio' aparece tão cheia de expressão e significado na cultura japonesa. "

Yeah!

Sábado, Setembro 14, 2002

 
Eu queria que o número do meu telefone fosse 634-5789!

Sexta-feira, Setembro 13, 2002

 
E agora quem foi adicionado na lista de link foi o novo site do Américo, o Fábula-lounge, onde o próprio design da página já é uma obra de arte. Mas não é só isso, tem mais coisinhas lá...
 
Descoberto: o Nishi do Nishi é o Head. O cara consegue comentar mais do que eu, comparando-se com a minha época de mero comentador...
 
Havia também a história do passarinho que vivia trinando pelos cantos de uma casinha cheira de beirais, onde ele podia construir o seu ninho e botar os seus ovinhos. Ok, não era um passarinho, mas uma passarinha, mas isso não vem ao caso. Afinal quando pensamos em passarinhos dificilmente pensamos no sexo deles. Mas, enfim, era a historia de uma passarinha que piu-piuzava aqui e ali, com a sua cantoriazinha aguda e cheia de harmonia, porém um pouco solitária, sem vizinhas para fofocar, sem bingos de pássaros para frequentar nos momentos de tédio.

Essa passarinha, certa vez, escutou um som mavioso, vindo de dentro da casinha onde ela vivia. Um som belo, uma canção linda e que enterneceu o seu pequeno coraçãozinho. Depois de tanto tempo, depois que aquele crápula do Pardoco havia a deixado por uma passarinha mais nova e vulgar, ela finalmente voltar a sentir o seu peito se aquecer e a ter vontade de conhecer aquele que fez ressurgir a paixão em seu coração.

Asada após asada, cautelosa, ela entrou naquela casa que costumava ser tão silenciosa e seguiu aquele som que ecoava forte e límpido de dentro de seu interior. Flapejou pela cozinha, passeou pelos quartos até que finalmente encontrou a fonte daquele prazer intenso. E não entendeu nada. Passarinha meio caipira, pouco afeita às modernidades que os homens eram capazes de produzir, ela viu que o som saia de um caixote preto, ligado por uns fios a uma outra coisa estranha, retangular, onde girava um prato redondo e preto com uma haste em cima.

Mas isso não interessava muito pra ela. Naquela altura da vida, já dobrando o Cabo da Boa Esperança, ela não tinha mais nada a perder. Para ela era a última chance de viver uma grande paixão ornitóloga. E com afinco se pôs a tentar entrar naquele recinto de som maravilhoso, à busca de seu grande amor. Aliás, vejam só como uma leve aquecida no peito rapidamente se transformara em grande amor! Chegou diante daquele caixote preto e certificou-se que o som vinha realmente de lá. Absolutamente convencida que o seu lindo passarinhão estava lá dentro a esperá-la, irrompeu na caixa acústica com toda a velocidade de seu vôo, fazendo um buraco suficiente para atravessar a redinha do tampo da caixa.

Porém, uma vez lá dentro ela percebeu que fora enganada. Depois de meros 20 minutos o som se extinguiu. E nada de passarinhão ou coisa parecida. Pior, o furo que ela fizera naquela rede que protege a caixa era pequeno demais para ser atravessado de volta. E ela não tinha espaço para empreender um vôo de volta. Resultado: ela se viu presa dentro da caixa, engaiolada por uma paixão ilusória...

Essa é a triste história da passarinha desesperada que perdeu sua liberdade por um amor imaginário. Não cometam o mesmo erro, amigos passarinhos...

 
Da série "é psicológico":

Repetir posts é psicológico!

Quinta-feira, Setembro 12, 2002

 
Da série "é psicológico"...

Sono também é psic... uáááááánnnnnnn... psicológico!

Quarta-feira, Setembro 11, 2002

 
Alguém, um dia, vai inventar um terno que a gente possa botar numa máquina de lavar comum, secar no varal e passar na boa, com um ferrinho de passar qualquer? Isso deve ser um lobby dos tintureiros com os alfaiates e fabricantes de ternos em geral. Saco!
 
Nada de coisas sobre "o" 11 de setembro aqui, certo?

Terça-feira, Setembro 10, 2002

 
De Ana, 20h21, do Ministério do aconselhamento do Comando Revolucionário 10 do 10 de 1975, localizado em algum salão de cabeleireiros de algum bairro carioca:

Conselho do dia de hoje: "Não faça aquelas coisas das quais vc sabe (muito bem) que vai se arrepender"
Conselho do dia de amanhã: "The early bird eats the early worm, mas...quem quer comer minhoca?"

 
Fazer natação é, no mínimo, uma bela fonte de inspiração para pensamentos bestas em geral. Afinal o que você vai fazer enquanto borbulha e fica lá fazendo aqueles movimentos repetitivos, monótonos, ploch, ploch, ploch? Hoje, por exemplo, em 1.500m de ploch, ploch, ploch, pensei sobre os seguintes tópicos:

- o Mussum, grandis personagemzis da minhazis infânciazis;
- os pinguins sabem nadar borboleta?;
- as vantagens terapêuticas da cebola numa crise de coriza;
- couve-flor, o grande enigma da criatividade da natureza na fauna;
- girafa, o grande enigma da criatividade da natureza na flora;
- ou será que é o contrário? Girafa... fauna, couve-flor... flora... isso!
- ploch, ploch, ploch;
- quem inventou que o minuto devia ter 60 segundos?
- se jogassem pasta de dente na piscina, o número de cáries entre os alunos deveria diminuir;
- preciso cortar as unhas dos dedos do pé;
- o que será que vou postar?
- puta que o pariu, esqueci o meu micro ligado!
- mais ploch, ploch, ploch;
- será que tomar muita água com cloro faz mal?
- não entendo como é que mulher aguenta esses maios enfiados no rego;
- aliás, mas que rego, hein?
- quem inventou a piscina?
- quem inventou as raias da piscina?
- quem inventou os professores na beira da raia da piscina?
- ploch, ploch, ploooooch.

Acabou a aula. Na verdade eu pensei em muito mais coisas, mas esqueci. E existiram muito mais momentos ploch-ploch. É isso, daqui a pouco eu vou para a esteira, fazer tunc-arf-tunc-arf-tunc-arf-arf-arf-tunc...

 
Ok, mudaram o template, postaram em nome do Luis... isso aqui tá uma zona! Yeah! No caos não existe responsablidade!
 
tá dominado, tá tudo dominado!

Segunda-feira, Setembro 09, 2002

 
Blogada "direito" de hoje:

Eu tenho uma mania: loteria. Mas não essa história de mega-sena acumulada, não. Ganhar R$ 30 milhões, sinceramente, não é uma perspectiva que eu tenha. Acho até que não me faria mal, mas não está nos meus planos. Eu prefiro jogar na Quina, outrora chamada Loto, tradicional, quase tanto quanto a Esportiva, na qual eu costumo jogar também. As premiações são menores, mas pelo menos eu consigo imaginar a rana. R$ 100 mil, R$ 200 mil são valores palpáveis e imagináveis para um pobre mortal como eu. E toda semana estou lá, fazendo a minha fezinha, jogando os meus dois reáu em oito numerinhos pra ver se eu acerto cinco. Poxa, só cinquinho, não devia ser tão difícil! Mas, nesse longo tempo de jogatina na Loto-quina, eu só fiz um terno em uma única vez, o que me rendeu mais ou menos uns R$ 25,00. Ou seja, as apostas de dois meses. Já ganhei uma vez na Esportiva, mas isso é matéria para um outro post (descobri que os blogueiros têm essa mania de sempre ter um texto guardado na manga, para momentos de menor criatividade).

Hoje, após ser perguntado pela décima-nona vez pela mesma pessoa sobre o porquê de eu insistir jogar na quina e não na mega-sena é que me peguei pensando nisso. É algo meio cego, eu simplesmente estou habituado, vou lá e pego os papeizinhos e faço, automaticamente. E jogo, quisera eu, sem encheção de saco. Acham que sou pouco ambicioso. Na verdade eu sou meio tradicionalista em algumas coisas. E cá com os meus botões, corrijam-me se estiver errado: o jogo do bicho não rende bem menos? Bingo não tem premiações menores? Então? Por que esse pessoal não desiste disso e vai todo mundo jogar na mega-sena? Hein? Hein?

Deixem-me jogar em paz, oras! Eu gosto da quina, pombas!

 
Ok, como vocês podem ver nos próprios comentários deste blógue, apenas 5 minutos depois da minha blogada inaugural de hoje, vejo o seguinte comentários:

"Blogue direito!!!

-Ana Cris
-Sep 09 2002, 09:24 pm # e-mail"

Esse pessoal é muito exigente, sô!

 
Esclarecimento público: a formatura da Fabi foi sensacional, até porque contou com a presença dela. O post abaixo foi apenas uma crítica - que considero crônica - à eterna mania das bandas de formatura não tocarem o que eu gosto, embora tenha que lembrar que eles também tocaram aquela música do "seu guarda eu não sou vagabundo" do Bruno e Marrone, decretada excepcionalmente hype pelo Luis - dono deste blog - e pelo Paulo Talarico, a lenda.

Fabi, nós te amamos, fica tristinha não!!!

 
De Ana, direto da sede Conselho revolucionário blá-blá-blá, onde estava de plantão ás 15h01 de hoje:

"Nishi, seu relapso, vc não blogou hoje. Blogue!"

Ok, está blogado. Mais algo?

Domingo, Setembro 08, 2002

 
Domingo é dia de notícias!

E essa então? Que palhaçada...

 
E o grande Américo já tinha tocado no assunto, no Fábula Blog (link em cima do nome dele...), e a Folha de São Paulo de hoje, no caderno TV, fala justamente da possibilidade de viver sem televisão. E aí, é possível? Eu sou do tipo que só consegue se concentrar em TV se estiver passando um jogo ou algum outro esporte. Ou um filme dos bons. Vejo pouca TV e, na maioria do tempo, ela está aqui do meu lado ligada mas meio abandonada, enquanto eu estou no micro, lendo uma revista ou cortando as unhas dos dedos do pé.

Sábado, Setembro 07, 2002

 
E como diria aquela velha propaganda da Masey Ferguson, "que chuva, nô?" Voltar pra casa ontem foi uma espécie de corrida de obstáculos. Desviei, pelo menos, de umas 4 árvores caídas no chão, fora os galhos, folhas, telhas etc.
 
Falando em formatura, onde essas bandas que tocam em formaturas escolheram o seu repertório? De TODAS as músicas tocadas na Formatura da Fabi, a única coisa que deu para se aproveitar foi uma introdução "Dont´t stop 'til get enough" do Maicôu Jéquison. Introdução! Porque tocaram só um pouquinho e já emendaram em "I will survive" que, a despeito do título parecer ser uma injeção de ânimo aos coitados que saem da vida boa da Faculdade para a vida dura do mercado de trabalho, não é nem sombra de uma "Don´t stop 'til get enough"!

E nem tocaram Radiohead, Vanessa... malditos!

 
Ontem foi dia de formatura da Fabi. Parabéns, Fabi, você merece, você é tudibão!

Sexta-feira, Setembro 06, 2002

 
Flopar, verbo intransitivo

Um dos grandes maneirismos de qualquer turma de amigos é o vocabulário próprio, gírias, expressões que só têm significado para eles mesmo, como se fosse uma chave de acesso ao fato de ser "da panela" ou não. Conosco não é diferente, por óbvio. E uma das grandes fontes de expressões internas dessa nossa panela é o ex-aniversariante Paulo Talarico. Por algum motivo o cara tem o dom da palavra bizarra. Seu inglês do interior de São Paulo com sotaque anglo-ribeirão-pretense é fonte das mais diversas expressões que, quando vamos ver, já estão incorporadas ao nosso mundinho cotidiano.

O verbo "flopar" é um grande exemplo disso. Não me lembro exatamente de onde veio, mas lembro-me do contexto. Alguém deve ter feito uma pergunta sobre uma balada ao nosso amigo e eis que ele, com sua genialidade tradicional, ao invés de responder longamente dizendo que a noite foi uma merda, um saco, simplesmente inventou o termo definitivo: "flopou, cara, flopou".

Desde então, flopar transformou-se num verbo intransitivo que bem passou a resumir todos os eventos chatos, modorrentos ou descartáveis. Flopar transformou-se numa verdadeira instituição. "Nem vou, essa balada vai flopar". "Putz, a menina chegou falando que era fã do Belo e flopou tudo, meu". Interjeições flópicas se transformaram em traduções instantâneas de nosso estado de espírito. Passamos a murmurar onomatopéias em dias chatos, "flop-flop" diriam uns, "floooop", diriam outros.

Sucesso imediato de público e crítica, todas as pessoas que tomaram conhecimento desse neologismo acabaram de uma forma ou de outra aderindo ao movimento flópico. Flopismo passou a ser moda e a ser utilizado até mesmo com outros sentidos. As pessoas passaram a comer sanduíches flopados. Ou a ter o pneu flopado num prego, justo na hora em que ia trabalhar. Flopentos, flopadores, flopantes, flopeiros, a palavra começou a ter inúmeras derivações e a invadir o nosso portuguesinho comum, como se fosse um câncer léxico.

Porém, o próprio Paulo começou a rejeitar sua criação. Como todo revolucionário, ver sua criação se tornar mainstream acabou o tornando amargo e saburroso. Cobradores de lotação atraíam seus passageiros com frases do tipo "Lotação Vila Monumento, aqui não tem flopada!". Letras de pagode foram criadas com o verbo: "Tô fazendo amor, com outra pessoa, mas o nosso sentimento não flopoooou..." Tremendamente desgostoso, Paulo passou a flop... digo, a boicotar todos os floppers. Porém, não percebeu que com isso ele mesmo se transformara num flopper. Em todos os lugares onde ia, flopava o ambiente com sua cara fechada e seu ânimo de Urtigão.

Mas... eis que então, um horizonte sorridente surgiu em sua frente. Seu cérebro genial, incansável, logo mostrou para veio a esse mundo e o tirou de sua depressão flópica. Paulo novamente se transformou num cidadão feliz. E um sorriso surgiu em seu rosto, quando ele pronunciou uma nova palavra. Paulo passou a ser um cara pimpão! E pimponeando passou a saltitar lépido e fagueiro pelas ruas paulistanas, afastando todos os flops de sua vida, distribuindo pimponices a todos que via pelo seu caminho.

 
Eles estão de volta. Comemorem (ou não...)!

Quinta-feira, Setembro 05, 2002

 
Hoje é aniversário do grande Paulo Fernando Talarico, a lenda. Parabéns para ele. O sonho da vida dele é ganhar um monte de escovas no seu aniversário! Contribuamos!
 
Frio é psicológico!

Quarta-feira, Setembro 04, 2002

 
Conselho (literalmente) do Comando Revolucionário 10 do 10 de 1975, quarta-feira:

Ana, 09h28: Conselho do dia: "Always look on the bright side of life"

Nishi, 09h32: Porque vc não posta, ao invés de comentar? Always look on the bright side of blog.

Paulo, 09h44: Vai aí meu dito espirituoso do dia: "A dor afia o espírito. A solidão forja a disciplina".

Paulo, 09h48: Opa. Aí vai outro: "A indignação dá comichão!"

Nishi, 09h49: Conselho do dia: "não se desespere"

Ana, 09h50: 1 x 0 pro Japper pimpão.

Ana, 09h55: Ei! É "O" conselho do dia. Hoje, já temos uns 5 conselhos. Estou confusa. Sem contar que esse aí (o do não se desespere) eu já não segui...

Nishi, 09h56: Completo: "A indignação dá comichão na palma da mão e nos faz comer mamão de antemão"

Paulo, 09h56: Ai. Não poste isso, tá? (conselho obviamente desobedecido)

Nishi, 09h57: Tá, O conselho do dia definitivo é o seguinte: "Siga o conselho do dia!"

Paulo, 10h06: Genial! Poste isso!!

Cacete, como é difícil o consenso revolucionário!

 
Hoje eu estou politizado, ok... mas continuemos: por que é que 96, 87% (fonte: DataNishi) dos jingles das campanhas eleitorais têm aquele ritmo de marchinha de Carnaval? Minha irmã disse que é para transmitir alegria - embora eu ache duvidoso qualquer sentimento de alegria ao escutar um "Ê-Ê-Êymael..." - mas eu acho que, na verdade, isso é uma fiel tradução do que é ser eleito no Brasil. Festa, oba-oba, vale-tudo...a doce irresponsablidade dos políticos-foliões!
 
A coisa deve estar muuuito feia na Argentina. Muito mesmo! Entrevista do cientista político Carlos escudé na Revista Época dessa semana:

"A Argentina nunca mais poderá ter um projeto de 'grandeza' e o imperativo para esse país, que não consegue chamar a atenção dos EUA, é estabilizar o seu intercâmbio com o Brasil. Para isso, precisa aceitar a hegemonia brasileira e adotar uma moeda única ancorada no real..."

Puta vida! Depois de dolarizar a economia, agora eles pensam em "realizar" a economia???? Tá valendo qualquer coisa lá...

Terça-feira, Setembro 03, 2002

 
Aliás, por gentileza alguém explica a este Comando Revolucionário por que é que o Serra, sendo a cara do Homer Simpson, não consegue ter um centésimo do carisma dele? Sugestões na caixa de comentários abaixo, capisci?
 
Puxa, hoje eu vi o Citadini* na rua. Dois impulsos opostos se contorceram no meu cérebro, causando uma reação corporal parecida com um espasmo estrebuchante de alguém que estaria na cadeira elétrica. Mas, finalmente, o primeiro, mais racional, venceu: atravessei a rua correndo, com medo daquele ser medonho. Uma pena, agora me arrependo de não ter dado vazão ao segundo impulso, que seria o de dar uma bela bicuda na canela do cara. Ok, não seria muito bom fazê-lo em frente aos PMs de plantão do prédio do Tribunal de Alçada Civil, mas agora eu estaria com um belo sorriso bobo no rosto, enfurnado em alguma delegacia...

* Citadini, Antonio Roque, vice-presidente de futebol do Corinthians e procurador do Tribunal de Contas do Estado. E, antes que digam algo, eu sou corinthianíssimo! Mas odeio o pentelho.

 
... aos 6 anos, o meu grande projeto de vida era o de brincar o tempo inteiro.
... aos 8 anos, o meu projeto de vida era o de decorar todas as capitais do mundo e continuar brincando nas horas vagas.
... aos 9 anos, além de sonhar em poder ir ao Playcenter todo o dia, eu queria ter todos os Comandos em Ação. E um autorama.
... aos 11 anos, eu só queria não ser tão feio e ser o melhor jogador de futebol da classe e da rua.
... aos 13, já conformado em ser um puta perna-de-pau feio, eu tentava pelo menos criar coragem para chegar naquela menina bonitinha da rua.
... aos 14, eu não tinha mudado tanto as minhas expectativas. Mas eu queria ter menos espinhas.
... aos 16 eu queria saber o que eu ia fazer com aquele maldito vestibular. E como fazer a minha primeira paixão gostar de mim.
... aos 18, após um dolorido pé na bunda daquela minha paixão, eu queria festa, beber e fazer putarias na Faculdade.
... aos 20 anos, a minha grande dúvida era saber o que eu ia fazer depois de sair da Faculdade.
... aos 22 anos, com aquele canudo inútil nas mãos, eu só queria um emprego bom e confortável. Na verdade, qualquer coisa era melhor do que eu tinha.
... aos 24 anos, após ter conseguido sair do meu emprego horrorendo e após 2 anos estudando como um condenado, eu praticamente voltei aos 18. Festa, beber, putarias.
... há uma hora atrás o meu grande projeto de vida era sair com vida daquela maldita esteira da academia.
... e agora, nesse exato momento, eu só queria ter uma idéia para o post definitivo. Como é duro blogar, minha gente!
 
Segunda-feira, Conselho do Comando Revolucionário 10 do 10 do 75...

Paulo, 10h50: Mestres Hypes, tivemos uma noite antológica, mais uma para nosso rol que já se estende por quilômetros. Juntos somos mordazes, sarcásticos e imbatíveis. Somos tudo. Eu, que não vejo o Lois tanto assim, também estou sentindo sua falta. Bizarro, não? Vocês vão ter que me aconselhar nesse mês.
Quanto ao blog do Lois, e se... nós três postássemos loucamente várias coisinhas engraçadas, meio como um diário para quando ele voltar?? Um diário on-line das peripécias dos três... Bem, acho que isso foge ao propósito do negócio, não é Nishi? (seu blogueiro milongueiro!).
Enfim. Be hype. All the time.
Paulo F, J and P(hotter!)

Ana, 10h59: Decidido, então. Postaremos coisinhas engraçadas assinando em nome do Nishi, ou do Comando Revolucionário 10 do 10 de 75, até o Nishi decidir parar de pagar mico e escrever de verdade. Quanto aos conselhos, pode mandar ver que eu sou boa nisso.

Paulo, 11h00: hahahahahaha... Geniais as duas idéias!! Vamos começar, então! Be hype, as a happy basilisko! (que tal essa frase para iniciarmos nossos ditos bloguísticos?).

Nishi, 11h02: Acho que vou começar a postar uma seleção das melhores mensagens que trocamos, tendo-se como centro o amigo Descrente... yeah! Apenas ressalvando o mínimo de legibilidade para pessoas estranhas que eventualmente visitem o blog...

Paulo, 11h03: Taí, genial!! A gente pode começar a criar mensagens imaginárias sobre assuntos imaginários e acontecimentos fantasiosos, e todos verão o quão hype (e loucos) nós somos. Let´s do it!! All the time.

Ana, 12h19: Eu, se pudesse dizer algo agora para o resto do mundo (todos aqueles que não são nós), eu diria: "Be afraid, be very afraid!". Nós somos CR101075. Nossa missão: não deixar o blog morrer e deixar as pessoas confusas (principalmente a segunda coisa).

Paulo, 16h29: (...) Conteúdo, conteúdo! Vamos fazer uma passeata blóguica?
Anauê.
Paulo F

Nishi, 16h50: Passeata blóguica? Como assim? Vamos protestar? Movimento dos sem-blog? Pela melhoria nas condições dos blogs? Pelo fim dos fins dos blogs? Redução da jornada blóguica? Um protesto formal da CUB - Central Única dos Blogueiros contra o FMI, o FHC, o imperialismo ianque? CUB apóia Cuba? E aí, quais são as palavras de ordem?

Paulo, 16h54: Genial!! Já temos nosso primeiro post!!

Nishi, 16h55: ??

Ana, 16h56: Ié. Salvem os pinguins!!

Paulo, 17h04: Ana, controle-se!

E é isso o dia inteiro, todo o dia...

Segunda-feira, Setembro 02, 2002

 
BATATAAAA

As pessoas geralmente me vêem como um simples polenter. Um cara que aprecia polentas e coisa e tal. Porém, o que elas não sabem é que eu já fui um batater, um amante das batatas fritas. Sim, eu chegava a fazer provas de degustação em casa para descobrir qual a melhor. Hoje ando um pouco afastado dessa ativida. Colesterol, sabe como é... mas, enfim, o fato é que depois de vários testes, eu cheguei a publicar em alguma antiga edição do Spamzine uma lista das 5 melhores batatas que eu já tinha provado. Foi, confesso, uma lista meio inexperiente. Hoje eu posso dizer que estou mais experiente e, por isso, publico a lista definitiva das 5 melhores batatas de todos os tempos:

1) Curly fritas/Arby´s - Categoria "batatas de fast food que vendem sanduíches de rostbeef" - Infelizmente o Arby´s está extinto em São Paulo, mas quem provou sabe do que eu estou falando. E quem tem azia ou gastrite, mais ainda!
2) Filé com fritas/Astor - Categoria "batatas de barzinho" - Genial, quem inventou aquela batata apastelada?
3) Chiang - Categoria "batatas em saquinhos" - Essa veio da degustação. Venceu todas as outras, é sequinha, tem a quantidade de sal adequada e o único problema é achar.
4) Batata frita/Outback - Categoria "batatas em lugares que vendem cebolas fritas enormes" - Uma porção ótima, gigante, de batatas-palito tradicionais, mas com bastante queijo e outras coisas melecosas. Tem sustência, alimenta um batalhão.
5) Batatas Fifties/Fifties - Categoria "batatas de lanchonetes" - A batata vem bem sequinha, verdadeiramente crocante por fora e macia por dentro (e não aquele engodo que é o McDonald´s) e no tamanho certo

É isso, rapeize. E nem me venham dizer que a batata do McDonald´s é boa porque não é! Até a do Bob´s é melhor!

 
ÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!

Consegui! Ainda sei mexer nessa porcaria de HTML! Ok, babes, agora que consegui colocar as coisas nos seus devidos lugares, posso começar a postar, rendendo as minhas homenagens ao nosso amiguinho Luis, criador desse treco! O Comando Revolucionário 10 do 10 de 75 ataca novamente! Não entenderam a piada? Inside joking, desculpem...

 
Ok, todas as assuntações mudaram para Comando Revolucionario 10 do 10 de 1975. Todas. Até aquelas que foram feitas pelo próprio Luis. Depois eu aprendo a mexer nessa bodega. Cansei de me ferrar!!

Aliás, não é extremamente chato ler posts falando sobre as dificuldades técnicas em se postar? Poxa vida, fica lá, retratado, um montão de posts testes, sem conteúdo, sem nada de novo, que apenas refletem uma angústia passageira e temporária do pobre novo dono/posseiro do blog. E que passará em breve mas ficará lá registrada, como num blog confessional. Nada contra blogs confessionais, embora eu não goste tanto, mas até mesmo estes dispensam esse tipo de confissão!

Mas... eu ainda não sei fazer nada nessa birosca. Nem apagar os posts dessa porcaria! P. Q. P.!! Malditos blogs!! Malditos, malditos, malditos!!! Um dia eu aprendo. Por enquanto, aguentem alguns posts imbecis até o Comando Revolucionário blá-blá-blá tomar prumo da situação administrativa desse treco. Hooo!

 
Tentando...
 
Não falei que sairia como postado pelo "Luis Almeida"? Saco! E pra mudar essa joça? Vou ter que recorrer aos serviços da querida Vanessa, caramba! Bom, pelo menos isso serviu para eu aprender a colocar links nessa coisa.
 
Senhoras e senhores: na ausência eventual de nosso amigo Descrente, que se encontra em expedição arqueológica nas colinas semi-áridas da Sicília, e tendo-se em vista a relutância do Nishi em assumir esse blog, já que ele (na verdade, o "ele" sou eu, que tenho esse maldito costume de falar na terceira pessoa) não possui as características desejadas pelo próprio Descrente para retirar o blog do telhado, o Comando Revolucionário do 10 do 10 do 1975, do qual o Nishi (ou eu - maldita mania de falar na terceira pessoa!) faz parte, resolveu faze um levante e tomar conta do blog até o retorno de nosso Projeto de Indiana Jones, previsto para o próprio dia 10 do 10, quando deverá retornar com presentes para os integrantes desse Comando

Fazem parte desse Comando eu, o Nishi e, eventualmente, o Paulo Talarico, a Ana e outros que se aventurarem a se submeter ao crivo do ditador nipônico (isso, eu, o Nishi ainda!). A intenção é manter a governabilidade nesse momento de transição e tentar fazer o blog prosseguir em Condições Normais de Temperatura e Pressão até que nosso inspirado herói possa retornar triunfante aos braços do povo blogueiro. Aliás, diga-se de passagem, o Luis é um blogger, ok?

Enfim, essas eram as considerações por enquanto. Eu ainda não sei como esse post vai sair. Talvez saia em nome do próprio Luis Almeida. Talvez não. Esses pequenos equívocos são comuns quando se muda o governo, vocês sabem não? O mais importante e o que precisamos no momento é um choque de governabilidade. E tentar manter isso vivo, respirando, mesmo que por tubos introduzidos nos recônditos mais profundos e escuros deste blog.

E tenho dito! Vida longa ao Descrente!

eis o descrente:

metalinguagem
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