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Quinta-feira, Novembro 28, 2002

 
Já falei hoje? Não não falei. Então, vamos lá:

SEGUNDA DIVISÃO!!!!!!!!!!

Segunda-feira, Novembro 25, 2002

 
Aderindo.....



 
Só pra não esquecer:
SEGUNDA DIVISÃO!!

Sábado, Novembro 23, 2002

 
Tupãzinho, Mílton Banana e Brad Pitt. Graaande show. Graaaande show. Eles parecem tocar com muito prazer e isso é gratificante pro público. Pior, eles tocam daquele jeito absolutamente impossível, com oiticentas milhões de notas e variações de ritmo como se estivessem coçando o joelho. Parece tão fácil...
 
Cobertor curto: depois de momentos de guerra civil na Rua 25 de março e a retirada de um monte de camelôs de lá, há uma situação de relativa tranquilidade na região, dá até pra andar lá. Porém, os calçadões da Rua Direita e da Rua Quinze de Novembro que estavam vazios, voltaram a ficar intransitáveis.

Quarta-feira, Novembro 20, 2002

 
Há uma campanha contra os CDs que estão sendo lançados com proteção anticópia aqui.
Eu estou apoiando desde já, a despeito dos 4 discos nacionais lançados com essa porcaria serem horríveis. O Paralamas novo, Exaltsamba, Natiruts e Tribalistas mereceriam boicote de qualquer maneira.

Terça-feira, Novembro 19, 2002

 
Diferente esse Telefonica Open Air, as pessoas batem palmas para a tela, quando ela se arma...

Domingo, Novembro 17, 2002

 
Eu sei que fica chato e enfadonho pra muita gente que não gosta de futebol, mas eu adoro e, em virtude das circunstâncias especiais desse campeonato, aí vai uma lista de jogadores que não mereceriam cair, pela sua categoria e pela sua história no futebol:

- Carlos Germano, Botafogo
- Esquerdinha, Botafogo
- Arce, Palmeiras
- César, Palmeiras
- Zinho, Palmeiras
- Dimba, Gama
- Ricardo Oliveira, Portuguesa
- Bosco, Portuguesa

Agora, a lista dos jogadores que merecem cair, como de fato caíram, é tão extensa que prefiro me omitir. Só vou falar que Paulo Nunes jogou pelo Gama, o Galeano pelo Botafogo, o Alex Alves pela Portuguesa...

 
Apenas duas palavras:

SEGUNDA DIVISÃO!

Sábado, Novembro 16, 2002

 
Mais um filme: Heaven/Paraíso, de Tom Tykwer, o mesmo diretor de Inverno Quente/Wintersleepers e de Corra Lola, corra/Run Lola, run. O roteiro é do consagrado Krzysztof Kieslowski (ô nomezinho desgraçado pra escrever!), e tem a presença da boa e élfica Cate Blanchett e de Giovani Ribisi, o irmão da Phoebe Buffay de Friends. Filme falado em inglês e italiano e que trata da relação entre um carabinieri e uma professora que tenta matar um empresário, é um filme de belas fotografias e de boas atuações. Li algumas críticas sobre ele: uma acusava a "falta de densidade dramática", outra questionava a presença de um diretor tão frenético, como o alemão Tykwer, na direção de um roteiro do reflexivo Kieslowski, talvez esquecendo-se de Wintersleepers e baseando-se apenas em Run Lola, run. Ok, talvez os personagens pudessem ser mais aprofundados mesmo, talvez em algumas cenas a filmagem tenha aparentado um pouco de artificalidade mesmo, mas eu gostei do filme, achei-o belo e repetindo os lindos planos de fotografia que já tinham chamado a atenção desse diretor.

Mas o que achei estranho foi ver a platéia dando várias risadas em alguns momentos. Não estava entendendo nada até perceber a razão daquilo. Em várias cenas, principalmente na parte final do filme, o microfone de captação do som vaza pra tela, e de maneira gritante... então tá lá, uma cena super dramática, e aquele troção cinza em cima da cabeça do Giovani Ribisi... faltou cuidado, hein?

Quinta-feira, Novembro 14, 2002

 
Um recado...

... a todos os donos de restaurantes japoness fuleiros: arroz branco (shiroi gohan) se prepara com arroz japonês, cacete! Não adianta pegar um Tio João qualquer e achar que vai ficar igual, porque NÃO fica!!! Vocês acham que arroz japonês fica grudento por acaso? Então tentem pegar arroz soltinho com os palitinhos (hashis) !!!!

Humpft!

 
Só para constar:

Santos (Luis) 4 x 1 Inter-RS (Nishi).


Terça-feira, Novembro 12, 2002

 
Querem uma dica de filme gostoso de assistir e que, pelo jeito, vai passar meio batido nos cinemas nacionais? Pois então vai: Tudo por um segredo/Welcome to Collinwood, filme de estréia dos irmãos Russo, ilustres desconhecidos para mim até então. Versão livre de um filme do genial Mario Monicelli, o filme não tem nada de mais, além do William Macy, de Fargo. Mas é uma historinha bem contada, engraçadinha, leve, cheia de gags e que te faz sair tranquilo do cinema. Tem o meu sósia, o George Clooney, mas ele aparece mais pra chamar a atenção, por ser um dos produtores do filme. Se se arriscarem, reparem na trilha sonora, com músicas do Paolo Conte, um italianão maluco lá da terrinha... fazia tempo que eu não via uma comédia que tivesse graça...

Segunda-feira, Novembro 11, 2002

 
Yeah, blogando direto do Telefonica Open Air, escutando o Silvera e esperando Blade Runner começar. Todo evento devia ter umas estações de acesso à internet para esses momentos!

Domingo, Novembro 10, 2002

 
Sabe, tenho saudades do Jack Palance e seu Acredite se quiser...

Sexta-feira, Novembro 08, 2002

 
E a Marta é mestre!! U-hu!! Yeah! Ela dominou a tese no meio de campo, passou pelo primeiro examinador, passou pelo segundo, fez um corte pra esquerda, outro pra direita, abriu a jogada, foi pra área esperar o cruzamento e, quando ele veio, ela matou no peito e emendou de bicicleta, fuzilando o terceiro examinador e ganhando da banca de 1 a 0 mas com classe! Yeah! Minha amiga Marta é mestre e com louvor!

Vamos lá, todo mundo: E dá-lhe Marta, e dá-lhe Marta, o-lê-o-lê-o-lêêê!

Parabéns Martinha. Quando eu crescer juridicamente eu quero ser que nem você!

 
Depois de algum tempo, finalmente consegui recuperar o CD que o Mr. Oba Fofia e a Mrs. Oba Fofia me deram de aniversário. Olhem só as músicas do CD!

- It´s not enough - Waco brothers
- Singing softly to me - Kings of convenience
- Goldfinger - Ash
- Mr. Milk - You am I
- Lay down your head, child - Oranger
- Heartbeat - Tahiti 80
- Green Onions - Booker T & The MG´s
- Moment in the sun - Clem Snide
- Bohemian like you - Dandy Warhols
- Island in the sun - Weezer
- Coming up roses - Elliot Smith
- I am a man of constant sorrow - Soggy bottom boys
- Clocks in sync with mine - Speech
- Heavy metal drummer - Wilco
- Until you came along - Goldem smog
- You and me song - Wannadies
- Bigger Wheels - I am kloot
- Revolution (in the summertime) - Cosmic Rough Riders

Na verdade eu suprimi da lista algumas músicas do disco, já que ele é único e se eu desse a lista inteira, poderia ser copiado.Também não está na ordem. Mas já dá pra ver que é cool!! Yeah!!

Quinta-feira, Novembro 07, 2002

 
Aliás, manuseando o CD do Ritchie percebi que ele tem 11 faixas e 3 bônus track. Ok, partindo da premissa de que o álbum só saiu em CD, e tendo-se em vista que é um álbum novo, me pergunto: pra que bônus track?

E em homenagem á Juliana, que fez aniversário e que declarou ser fã do Ritchie por causa dos dentes dele, aí vai uma foto dele, retirada de seu site, aos 5 anos de idade, lá na Escócia... notem os dentinhos do petutinho!



Quarta-feira, Novembro 06, 2002

 
Auto-fidelidade

Auto-fidelidade. Esse é o nome do disco novo do Ritchie, aquele mesmo de "Menina Veneno", "A vida tem dessas coisas"... comprei o disco e estou, ao mesmo tempo, surpreso e intrigado.

Sabem por que? Porque o disco é bom. Alguns, como o dono deste blog, vão atribuir isso ao meu lado trasher, mas o fato é que eu sempre gostei de Ritchie. O cara sempre gerou ótimas cançõezinhas pop despretensiosas e não-padronizadas. E faz parte da minha infância gostar de Ritchie. Como eu ainda sou uma criança, tá justificadíssimo o meu gosto musical. Pois bem, esse último disco é um pouco assim. Mas ele não vai pegar, porque não tem divulgação. E canções pop sem divulgação estão fadadas a se perderem no limbo. Mas que eu gostei das músicas, ah, disso eu não tenho dúvida!

Mas nesse ponto eu me pego fazendo uma digressão. Aliás, a fazia enquanto escutava o disco me dirigindo ao trabalho, inspirado pela visão e pelo perfume da Avenida do Estado. É preciso que o Ritchie, um inglês, venha pro Brasil fazer músicas pop de sucesso em português? Fiquei me perguntando a razão disso. Por que é que o Ritchie, que obviamente fala inglês com perfeição, não tentou fazer sucesso em inglês, mesmo tendo base no Brasil, como tantos outros?

E então tentei me lembrar dos artistas brasileiros que fizeram sucesso cantando na "língua internacional". Quem? Sepultura? Angra? Viper? Só bandas de heavy metal? Longe do pop, hein? Pensei mais um pouco e lembrei de Morris Albert, com Feelings, uma das babas mela-cuecas mais tocadas em todos os tempos. E... só? Não conto as versões em inglês de músicas de bossa nova, eu quero trabalhar em hipóteses que versem sobre as músicas já feitas na língua inglesa...

Quais outras? Ajudem-me. Deborah Blando? Não me façam rir, só isso? Quero mais! Mas mesmo que a colaboração seja grande, duvido que seja maciça a ponto de justificar a tese que alguns defendem, de que cantar em inglês é essencial para fazer sucesso. Conheço ótims bandas ou artistas nacionais que cantam em inglês. Mas o The Maybees era assim e eles mudaram de nome e de língua recentemente, por exemplo. E cadê o sucesso?

Será que o inglês é garantia de sucesso? Será que é preciso cantar em inglês e esquecer a nossa língua? Será que é preciso um inglês vir pro Brasil e cantar em português para mostrar isso? Será que a história de construir uma "carreira internacional" é tão importante a ponto de fazer as pessoas comporem em inglês? A discussão tá defasada hoje, mas não faz muito tempo ela estava ativa. De qualquer forma, me pego vendo artistas fazerem sucesso cantando em línguas que não são o padronizado inglês. Podem não ser o melhor exemplo de música, mas o sucesso tá aí, incontestável. Laura Pausini, por exemplo.

Bom, só não me chamem de Aldo Rebelo. Isso é só uma série de pensamentoszinhos baratos inspirados pela Avenida do Estado e seus solavancos no cérebro... no final, o que conta é que o Ritchie continua legal e eu não falo inglês.

Segunda-feira, Novembro 04, 2002

 
Devido à proximidade do show e seguindo o exemplo do Mecão, segue a lista das melhores músicas do Rush de todos os tempos:

1 - La Villa Strangiatto
2 - YYZ
3 - O resto

 
Diálogo visceral

Leiam esse diálogo entre o velho Paulo Talarico e o indefinível Fogo. Gênio, tosco ou louco? Ou os três juntos?

Fogo: "Paulo, sabe o que andei pensando... é, eu estava no banheiro e pensei numa coisa que tenho que te falar. Cara, eu já peguei umas 140 mulheres na minha vida. Até morrer, devo atingir a marca de 200 mulheres. Não falam que uma alma reencarna em média 500 vezes? Pois é, cara... eu fiz as contas e cheguei à conclusão que vou pegar umas 100.000 mulheres em todas as minhas encarnações. Cara, sabe o que é isso? É UM MORUMBI!! CARA, UM MORUMBI DE MULHERES...."

Paulo: "mas, Fogo... sei lá. E se você nasceu mulher em alguma das encarnações?"

Fogo: "Não, não, eu sempre nasci homem! Cara, 100.000 mulheres. Contando que você come uma em cada três mulheres que você sai... cara, dá 33.333,33 fodas!!! CARA, olha isso..."

Paulo: " Mas 33.333,33 não é um número exato"

Fogo: "Tudo bem, esse restinho fica por conta daquela anã que comi".


Sexta-feira, Novembro 01, 2002

 
LIBERDADE

O pássaro é livre
na prisão do ar.
O espírito é livre
na prisão do corpo.
Mas livre, bem livre,
é mesmo estar morto.

Homenagem ao centenário do gênio e livre Carlos Drummond de Andrade.


eis o descrente:

metalinguagem
desenbuche
ICQ 12729738

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